Isto não foi por falta de aviso e agora quem o confirma é o próprio ex-primeiro-ministro da Ucrânia, Nikolay Azarov:
«The EU keeps providing “loans” to Ukraine despite knowing that
its government will never repay them, the country’s former prime
minister, Nikolay Azarov, has said.
[...]
In an interview with RT on Saturday, Azarov said that “loans and
Western assistance that amounts to about three-fourths of the state
budget of Ukraine are covering the budget deficit, funding arms
purchases and sponsoring the Nazi terrorist and corrupt regime.”
When
the European Commission and major EU countries, who have been the main
supporters of Ukraine after US President Donald significantly reduced
American aid to Kiev, “grant these loans, they know that they won’t get this money back,” he said.
“And this causes some irritation among EU bureaucrats because
they understand that the money of the American and European taxpayers is
being embezzled in a very outrageous manner,” the former prime minister said.
Inside the Ukrainian government, there is “an organized criminal group that embezzled the funds that Ukraine received as part of these loans,” he said.
[...]
The claims that Kiev will reimburse the US and EU because “Russia
will pay some kind of reparations someday... are just fairy tales. You
have to be really short-sighted to believe these fairy tales,” Azarov stressed.
“No one will give this money back to the West. There’s $275 billion of Ukrainian debt, you cannot pay it back,” he added.»
Eu ando a advertir há anos, que a Ucrânia irá ficar na história como um dos maiores rombos financeiros de sempre no Ocidente. Os EUA e a UE, têm injectado biliões atrás de biliões, em dinheiro e armamento para tentar salvar uma aberração de País, que não tem salvação possível. Ademais, aquilo que nunca ou muito raramente é falado nos media ocidentais, é que várias empresas e grupos de investimento com tentáculos profundos e muito poderosos, entre as quais se destacam a BlackRock e a Goldman Sachs, ambicionavam poder colocar a mão nos recursos naturais da Ucrânia, que se estimam ser na ordem dos 7,5 triliões de dólares.
A corrupção grassa na Ucrânia e é a um nível que ultrapassa muitos países africanos, porém, nada disto impede Bruxelas de continuar a despejar o dinheiro dos contribuintes, ou seja, o nosso dinheiro, neste projecto de País completamente falido e disfuncional:
«E apesar de tudo isto, a máquina de dinheiro europeia continua a despejar milhares de milhões.
Daí surge esta pequena pergunta grosseira
que ninguém nos salões de Bruxelas parece disposto a fazer: se sabiam,
porque continuaram a pagar?
Há duas respostas possíveis. E nenhuma delas é particularmente gloriosa.
Primeira hipótese: certos europeus têm
interesse em manter a boca de Zelensky fechada. Desde 2022, Kiev
tornou-se a Lourdes da burocracia ocidental: presidentes, ministros,
comissários e parlamentares acorrem ao local para tirar fotografias em
frente à bandeira e receber os seus certificados de virtude geopolítica.
A ideia de que alguns possam ter beneficiado direta ou indiretamente
deste gigantesco ecossistema financeiro seria explosiva. Mas,
atualmente, não existem provas públicas concretas que sustentem a
alegação de que os líderes europeus receberam pessoalmente benefícios
financeiros de Kiev. Sem provas, esta continua a ser uma hipótese, não
um facto.
A segunda explicação é quase mais grotesca: sabiam muito bem, mas não se importaram. Porque a prioridade era derrotar a Rússia.
Assim, a corrupção ucraniana tornou-se uma
espécie de franquia diplomática. Exigem-se “reformas”, Kiev promete
“reformas”, Bruxelas aplaude as “reformas”, surge então um novo
escândalo e todos pedem… mais reformas.
E, acima de tudo, mais dinheiro.
Uma magnífica máquina burocrática onde o insucesso se torna precisamente a justificação para o próximo pagamento.
O problema é que esses milhares de milhões
não pertencem nem a von der Leyen, nem a Merz, nem a Macron. É dinheiro
dos contribuintes europeus. A ajuda foi-lhes vendida como necessária
para financiar a resistência ucraniana, e não para alimentar redes de
influência, comissões secretas ou potenciais bens de luxo.
Se as instituições europeias estavam
conscientes dos riscos e, mesmo assim, continuavam a desembolsar somas
avultadas sem garantias suficientes, a questão em breve deixará de ser
apenas: “Quem roubou em Kiev?”
Passará a ser: “Quem é que em Bruxelas sabia?” Depois: “Desde quando?”
E, por fim, a pergunta mais incómoda: “Porque é que continuaram a fazer isso?”
Porque quando se transferem milhares de
milhões sabendo que há rombos nos cofres, não se pode para sempre
fazer-se de vítima surpreendid quando o dinheiro desaparece.
Em Bruxelas, isto chama-se apoio à
Ucrânia. Numa empresa, chamar-se-ia má gestão. E numa esquadra de
polícia, podiam começar por perguntar quem tinha as chaves do cofre.»
A Guerra na Ucrânia, desde o início, nada teve a ver com "democracia", "liberdade", "direitos humanos" ou "valores europeus", mas sim, com dinheiro, ganância e poder. Esta guerra foi totalmente provocada pelo Ocidente, principalmente pelos EUA e pelas elites israelitas que controlam o governo americano, como a senhoria Victoria Nuland, que em 2014 até andou a distribuir bolachinhas na Praça Maidan em Kiev. Caso não saibam, Victoria Nuland foi uma das principais figuras da administração Obama e esta senhora, tem desde o início graves responsabilidades em tudo aquilo que hoje está a acontecer na Ucrânia. É também judia sionista de nascimento e nutre um ódio visceral e histórico contra a Rússia, à semelhança de muitos outros judeus sionistas (não foi ao acaso que Estaline os perseguiu severamente na URSS, todavia, os livros de história normalmente "esquecem-se" deste facto...).
Já ninguém pode negar, tendo em conta o ponto a que hoje se chegou, que Israel e os EUA actuam no concerto das nações como se fossem o mesmo País, pelo simples motivo de que as elites sionistas/globalistas que governam em Telavive, são precisamente as mesmas elites que governam em Washington e Bruxelas. A grande ambição destas elites, que operam a partir das sombras, manipulando eleições, os media, a alta finança, os partidos políticos e praticamente toda a classe política, é o domínio mundial. Isto é aquilo que comummente é designado por "sistema" ou Deep State nos EUA.
Ora, acontece que os anos 1990, após o colapso da URSS, criaram a ilusão na cabeça desta gente, de que realmente podiam mesmo ser os donos do Mundo. A fraqueza em que a Rússia se encontrava na década de 1990, ajudou a cimentar esta crença artificial de superioridade do Ocidente. A vitória americana na Guerra do Golfo em 1991, só ajudou a reforçar este credo fantasioso, passando os EUA a ser os "polícias do Mundo" e a hiperpotência que liderava uma Nova Ordem Mundial unipolar. A posterior intervenção militar contra a Sérvia em 1999, completamente injusta e ilegal, cimentou o papel da NATO como o "braço armado" do projecto globalista e dos interesses sionistas. Os dados estavam oficialmente lançados para o que se iria seguir...
A par e passo, acelerou-se a construção da futura "Federação Europeia", com a introdução do Euro e a abolição das fronteiras, entre muitas outras medidas de cariz internacionalista e apátrida, que visam apenas de mansinho e pela calada, ir desmantelando as antigas nações da Europa. Claro que tudo isto nunca foi admitido publicamente pelos senhores que nos governam, da mesma forma que as elites também não admitem, que a entrada maciça de imigrantes do Terceiro Mundo na Europa ao longo das últimas décadas, tem como função principal acelerar a diluição das identidades e culturas nacionais da Europa, fundindo tudo num grande caldeirão multicultural, rumo à construção de um "homem novo", passo essencial para se chegar à sonhada Federação Europeia ou Estados Unidos Unidos da Europa, que são o verdadeiro objetivo final da elite sionista/globalista. A concretização prática do Plano Kalergi, que durante muito tempo foi considerado como sendo uma mera "teoria da conspiração", está hoje plenamente exposta perante os nossos olhos e só não vê, nem percebe o que se está a passar, quem não quer.
A única coisa que faltava, porém, para realmente se abrir o caminho rumo a um Governo Mundial, era o controlo da Rússia, da China e do Irão. Esta é uma pedra angular essencial, para se entender a actual guerra mundial que grassa entre os EUA/Israel/NATO/UE e o Eixo que une Teerão, Moscovo e Pequim. Do ponto de vista da geopolítica pura, é um facto estabelecido que quem controlar o continente euroasiático, tem a capacidade para controlar e dominar o resto do Mundo. A tentativa de subjugar a Rússia e o Irão, são portanto, um passo perfeitamente natural e lógico para a elite sionista/globalista e é precisamente aqui, que reside o motivo pelo qual se despoletou a guerra na Ucrânia, como forma de tentar levar ao colapso o governo de Putin e posteriormente, à fragmentação da própria Rússia, algo que as elites ocidentais ambicionam e tentam levar a cabo há vários séculos. Não foi ao acaso, nem apenas em busca de "glória" ou para derrotar o Bolchevismo, que Napoleão e Hitler invadiram a Rússia, mas sim, porque pretendiam colocar a mão nos recursos naturais da Rússia e usar posteriormente a mesma, como plataforma para a criação de um vasto Império Global. Os russos sabem perfeitamente bem que o Ocidente sempre foi um inimigo existencial e é exactamente por esse motivo, que querem a NATO bem longe das suas fronteiras e estão dispostos a ir à guerra, para atingir este objectivo estratégico como se pode constatar na Ucrânia. É também, precisamente pelo motivo acima exposto, que a guerra na Ucrânia é uma guerra existencial para a Federação Russa e por extensão, para a própria República Popular da China e a República Islâmica do Irão.
Dominar o Irão e fragmentá-lo em pedaços, à semelhança do que se fez na Síria, é claramente outro objectivo da elite globalista/sionista e viu-se nos últimos dois anos como Trump e Netanyahu, tentaram por todos os meios colocar esta manobra em prática, porém, esqueceram-se de que os persas nunca foram propriamente "pêra doce" e acabaram por sofrer uma derrota às mãos de Teerão, que ficará sem dúvida nos anais da história, como uma das maiores humilhações militares que alguma vez foi infligida aos EUA e a Israel.
Em relação à China, eu creio que havia uma certa ingenuidade da parte das elites ocidentais, que parecem ter acreditado algures nos anos 1990 e início dos anos 2000, que seria possível "converter" o Partido Comunista da China (PCC) ao credo globalista ocidental e que de alguma forma, a China iria acabar à semelhança da Europa, através da infiltração, suborno e corrupção, por ser também ela dominada pela elite sionista/globalista. Xi Jinping veio colocar um fim defintivo a este plano e tomou medidas no sentido de reforçar o sentido patriótico e nacionalista do PCC. Os comunistas chineses perceberam que o Nacionalismo é a única forma de manter a sociedade verdadeiramente unida e coesa e hoje, o PCC é sem sombra de dúvida, um partido com um programa genuinamente nacional e social, que faria corar de vergonha muitos partidos da dita "extrema-esquerda" e "extrema-direita" na Europa, que não passam de oposição controlada e de lacaios vendidos ao sistema. Ademais, o PCC deixou de lado os velhos dogmas do Marxismo-Leninismo que afundaram a URSS e colocou o mercado livre e o Capitalismo ao serviço dos interesses da China. Como dizia Deng Xiaoping, «não interessa se o gato é branco ou preto, o que interessa é que o gato consiga caçar os ratos». Este pragmatismo do PCC e a sua fusão com a filosofia Confucionista, tornaram a China comunista uma potência imbatível no Mundo, a todos os níveis. A China era um País pobre e onde se passava fome até à decada de 1980. Em quatro décadas e graças à governação do PCC, 800 milhões de chineses foram retirados da pobreza extrema. É mentira que o Comunismo não funciona e a China do século XXI é a prova disto mesmo. O que não funciona e acaba por inevitavelmente levar à estagnação económica e pobreza generalizada, é o incompetente modelo soviético que foi copiado por dezenas de países no Mundo com resultados desastrosos. O PCC decidiu seguir o seu próprio caminho, adaptando a teoria socialista à realidade prática e hoje o resultado está à vista em pleno. O Vietname é outro bom exemplo contemporâneo, de um País que também deixou para trás o modelo soviético e abraçou o mercado livre e o Capitalismo de Estado ao estilo chinês. Hoje, o Vietname é o País do sudoeste asiático que mais está a crescer economicamente e nada disto é ao acaso, mas sim, fruto da boa governação e de uma política pragmática e bem pensada, da parte do Partido Comunista do Vietname (PCV).
A esquerda no Ocidente, regra geral, ainda não entendeu, nem consegue entender, nada daquilo que os partidos comunistas na Ásia estão a fazer, nem sequer a essência dos mesmos. Por outro lado, é preciso ter em conta que a esquerda como força política nos EUA e na UE, foi nas últimas décadas praticamente toda cooptada por agentes ao serviço do globalismo. Gramsci, a Escola de Frankfurt e o Marxismo Cultural em geral, foram a maior maldição que aconteceu aos partidos de esquerda no Ocidente. O Bloco de Esquerda em Portugal, ou o Livre, são bons exemplos desta aberração política neomarxista. Basta, aliás, ver-se como inúmeros partidos e organizações de esquerda, recebem dinheiro da rede de fundações e ONG's, ligadas ao bilionário judeu George Soros...
A impunidade total de Israel e da elite sionista/globalista a nível internacional e a forma como tudo tem sido gerido em torno do escândalo de Jeffrey Epstein, só por si, demonstra bem o "calibre" dos monstros com que estamos aqui a lidar...
Os verdadeiros inimigos do Ocidente, hoje, não são nem Putin, nem Xi Jingping, nem o Ayatollah Mojtaba Khamenei. Pelo contrário, os maiores inimigos do Ocidente residem nos dias que correm, nas próprias capitais da Europa e dos EUA, fazem-se passar por "democratas" respeitáveis e através da arte do engano, da fraude e da mentira, continuam a laborar intensivamente em prol da nossa destruição colectiva.