sábado, 8 de agosto de 2026

Estamos metidos num "molho de bróculos" daqueles bem grandes...

 
Aquilo que André Ventura mostra no video acima é gravíssimo. Espanha, Portugal e a Europa estão a "ferro e fogo" com o descontrolo total das migrações e mais uma vez, o Chega é o único partido com assento parlamentar a expor estas questões importantes. Ninguém na esquerda abre a boca sobre isto e a direitinha bem comportada do regime (PSD, CDS-PP), esses então, assobiam para o lado e fazem de conta que está tudo bem.

A política migratória que tem sido praticada por Portugal nas últimas décadas, está toda errada, é atentatória dos interesses nacionais e em última análise, coloca em risco a segurança física e psicológica de todos aqueles que vivem no nosso País

O auge da loucura e da irresponsabilidade, foi o que se passou durante o governo da hoje infame "Geringonça" liderada por António Costa, que levou a que o número de estrangeiros residentes em Portugal tivesse duplicado em apenas três anos. Tudo isto deixando entrar gente de todo o Mundo sem o devido rastreio dos registos criminais, sem qualquer entrevista adequada ou garantias seja do que for. O que tivemos com a Geringonça foi uma política completamente libertária, quase anárquica, em relação à imigração.

Para agravar tudo, o governo de António Costa ainda foi assinar o Pacto Global Para as Migrações, também conhecido como Pacto de Marraquexe em 2018, que só veio agravar tudo sob a capa de pretensas "boas intenções". Pois bem, de boas intenções está o inferno cheio...

A negligência fica evidente e provada se atentarmos no facto de a Geringonça não ter levado a cabo qualquer estudo antes de escancarar as portas do País, sobre qual a real capacidade de Portugal para acolher imigrantes em massa de forma sustentável. O resultado, hoje bem à vista todos, é o Serviço Nacional de Saúde completamente sobrecarregado e uma crise no mercado da habitação que se agravou sobremaneira. Os imigrantes, esses, acabaram muitos deles vítimas de esquemas, a viver em tendas ou contentores, ou empilhados como animais em casas sobrelotadas sem as mínimas condições de higiene ou bem-estar. Convém não esquecer que tudo isto, toda esta pouca vergonha e crime de lesa-pátria, foi permitido por uma coligação da dita "esquerda", composta por partidos que em campanha eleitoral tinham prometido que iriam defender os trabalhadores portugueses... 

E não fiquem a pensar que responsabilizo apenas a esquerda por todo este despautério, bem pelo contrário, está bem documentada e registada a forma como o PSD e CDS/PP, apoiaram tudo isto de forma disfarçada e colaborante, sendo que a direita que estes partidos representam o que quer é mão-de-obra escrava para trabalhar ao preço da uva. A imigração em massa é usada como uma ferramenta económica para manter o preço da mão-de-obra o mais baixo possível.

Os imigrantes devem de ser respeitados, sim, mas é preciso ordem, controlo e o Estado tem de ter ferramentas para impor respeito, pois Portugal não é "a casa da mãe Joana"... Isto significa que não se deve deixar entrar ninguém sem uma filtragem prévia a todos os antecedentes e um contrato de trabalho que garanta meios de subsistência adequados. Acima de tudo, deve-se apenas conceder direitos em troca de deveres. 

Os imigrantes que vêm honestamente para trabalhar em busca de uma vida melhor, devem de ser respeitados e o Estado tem obrigação de combater os esquemas de tráfico humano. Todavia, deve também ficar logo muito claro na fronteira, assim que os imigrantes entram, que eles têm o dever de se também tentar integrar na sociedade, têm de respeitar a cultura, a língua e os costumes de Portugal e não podem cometer crimes, caso contrário, serão deportados. A nacionalidade também só deve ser concedida em situações muito excepcionais e não distribuída como um brinde numa loja de doces, como se passou a fazer durante os anos da Geringonça. 

Proponho até que todo e qualquer imigrante seja obrigado a assinar um contrato de direitos e deveres para com o Estado Português assim que entra no nosso País. Nesse contrato, estariam bem explícitos todos os direitos e garantias, porém, também haveria deveres, começando logo pelo dever de respeitar a bandeira e a cultura portuguesas. Quanto à concessão da nacionalidade portuguesa e direito de voto, isso só ao fim de 20 anos de residência contínua em Portugal é que deveria de ser concedido e apenas mediante juramento da bandeira e prestação de serviço militar obrigatório ou serviço cívico. 

Também não é minimamente admissível que haja imigrantes que não falam a língua portuguesa a conduzir übers e a operar restaurantes ou outros estabelecimentos comerciais. Todo e qualquer estabelecimento comercial em Portugal, de porta aberta ao grande público, tem de ter serviço prestado em língua portuguesa e não em inglês, francês, bengali ou outro idioma qualquer. 

Enfim... podia continuar a escrever sobre isto muito mais, pois os erros e as asneiras cometidas em Portugal pelos poderes instituídos foram tantos a nível de política migratória, que vamos levar muito tempo para reverter o mal e a médio/longo prazo, tudo aponta que vá ser necessário levar a cabo algum tipo de remigração em massa. A actual Constituição tem também de ser demolida e é preciso um novo documento constitucional que permita realmente reformar o País a todos os níveis. Vai ser necessário reverter e corrigir muitos erros que se têm cometido ao longo de décadas e no que diz respeito a imigração, é preciso alterações legais no sentido de se permitir levar a cabo a cassação da nacionalidade a determinados "cidadãos portugueses" importados, que para começar, nunca deveriam sequer de ter tido acesso à nacionalidade portuguesa! 

Quem vem para Portugal cometer crimes deve também ser imediatamente deportado sem demora e sem possibilidade de retorno, assim que terminar o cumprimento da respetiva sentença. 

Os partidos do sistema em Portugal, enfiaram-nos a todos num "molho de brócolos" daqueles bem grandes, com as políticas migratórias que colocaram em prática desde os anos 1990. O Chega, obviamente, está a ser catapultado para o poder porque as pessoas estão completamente fartas desta situação e estão a abrir os olhos para a loucura que tomou conta do País. Eu não concordo com André Ventura em muita coisa, principalmente, no que diz respeito às suas posições sobre a guerra na Ucrânia, a NATO, o Irão, Cuba, a Venezuela, a União Europeia e Israel. Porém, no que diz respeito a política migratória, André Ventura tem 200% de razão e só nega isto quem está muito mal informado ou não quer encarar a realidade de frente. 

Não admito que haja zonas do meu País, nomeadamente certos bairros, onde eu como cidadão não posso entrar e circular livremente em segurança à hora que eu quiser, porque são "território" de certas etnias ou grupos criminosos. Isto tem de ter um fim e eu não vejo nenhum dos partidos do assim-chamado "arco do poder" a apresentar soluções para isto, o que explica o tremendo sucesso do Chega junto do eleitorado, pois é o único partido no parlamento que realmente toca em muitas questões estruturais que praticamente todos os outros partidos ignoram de propósito. 

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