Se é isto que pensam de nós e da Europa, o que vêm para cá fazer? Qual a tolerância que devemos ter para quem nos quer destruir??? pic.twitter.com/gE6mA5VEWD
— André Ventura (@AndreCVentura) August 7, 2026
A política migratória que tem sido praticada por Portugal nas últimas décadas, está toda errada, é atentatória dos interesses nacionais e em última análise, coloca em risco a segurança física e psicológica de todos aqueles que vivem no nosso País.
O auge da loucura e da irresponsabilidade, foi o que se passou durante o governo da hoje infame "Geringonça" liderada por António Costa, que levou a que o número de estrangeiros residentes em Portugal tivesse duplicado em apenas três anos. Tudo isto deixando entrar gente de todo o Mundo sem o devido rastreio dos registos criminais, sem qualquer entrevista adequada ou garantias seja do que for. O que tivemos com a Geringonça foi uma política completamente libertária, quase anárquica, em relação à imigração.
Para agravar tudo, o governo de António Costa ainda foi assinar o Pacto Global Para as Migrações, também conhecido como Pacto de Marraquexe em 2018, que só veio agravar tudo sob a capa de pretensas "boas intenções". Pois bem, de boas intenções está o inferno cheio...
A negligência fica evidente e provada se atentarmos no facto de a Geringonça não ter levado a cabo qualquer estudo antes de escancarar as portas do País, sobre qual a real capacidade de Portugal para acolher imigrantes em massa de forma sustentável. O resultado, hoje bem à vista todos, é o Serviço Nacional de Saúde completamente sobrecarregado e uma crise no mercado da habitação que se agravou sobremaneira. Os imigrantes, esses, acabaram muitos deles vítimas de esquemas, a viver em tendas ou contentores, ou empilhados como animais em casas sobrelotadas sem as mínimas condições de higiene ou bem-estar. Convém não esquecer que tudo isto, toda esta pouca vergonha e crime de lesa-pátria, foi permitido por uma coligação da dita "esquerda", composta por partidos que em campanha eleitoral tinham prometido que iriam defender os trabalhadores portugueses...
E não fiquem a pensar que responsabilizo apenas a esquerda por todo este despautério, bem pelo contrário, está bem documentada e registada a forma como o PSD e CDS/PP, apoiaram tudo isto de forma disfarçada e colaborante, sendo que a direita que estes partidos representam o que quer é mão-de-obra escrava para trabalhar ao preço da uva. A imigração em massa é usada como uma ferramenta económica para manter o preço da mão-de-obra o mais baixo possível.
Os imigrantes devem de ser respeitados, sim, mas é preciso ordem, controlo e o Estado tem de ter ferramentas para impor respeito, pois Portugal não é "a casa da mãe Joana"... Isto significa que não se deve deixar entrar ninguém sem uma filtragem prévia a todos os antecedentes e um contrato de trabalho que garanta meios de subsistência adequados. Acima de tudo, deve-se apenas conceder direitos em troca de deveres.
Os imigrantes que vêm honestamente para trabalhar em busca de uma vida melhor, devem de ser respeitados e o Estado tem obrigação de combater os esquemas de tráfico humano. Todavia, deve também ficar logo muito claro na fronteira, assim que os imigrantes entram, que eles têm o dever de se também tentar integrar na sociedade, têm de respeitar a cultura, a língua e os costumes de Portugal e não podem cometer crimes, caso contrário, serão deportados. A nacionalidade também só deve ser concedida em situações muito excepcionais e não distribuída como um brinde numa loja de doces, como se passou a fazer durante os anos da Geringonça.
Proponho até que todo e qualquer imigrante seja obrigado a assinar um contrato de direitos e deveres para com o Estado Português assim que entra no nosso País. Nesse contrato, estariam bem explícitos todos os direitos e garantias, porém, também haveria deveres, começando logo pelo dever de respeitar a bandeira e a cultura portuguesas. Quanto à concessão da nacionalidade portuguesa e direito de voto, isso só ao fim de 20 anos de residência contínua em Portugal é que deveria de ser concedido e apenas mediante juramento da bandeira e prestação de serviço militar obrigatório ou serviço cívico.
Também não é minimamente admissível que haja imigrantes que não falam a língua portuguesa a conduzir übers e a operar restaurantes ou outros estabelecimentos comerciais. Todo e qualquer estabelecimento comercial em Portugal, de porta aberta ao grande público, tem de ter serviço prestado em língua portuguesa e não em inglês, francês, bengali ou outro idioma qualquer.
Enfim... podia continuar a escrever sobre isto muito mais, pois os erros e as asneiras cometidas em Portugal pelos poderes instituídos foram tantos a nível de política migratória, que vamos levar muito tempo para reverter o mal e a médio/longo prazo, tudo aponta que vá ser necessário levar a cabo algum tipo de remigração em massa. A actual Constituição tem também de ser demolida e é preciso um novo documento constitucional que permita realmente reformar o País a todos os níveis. Vai ser necessário reverter e corrigir muitos erros que se têm cometido ao longo de décadas e no que diz respeito a imigração, é preciso alterações legais no sentido de se permitir levar a cabo a cassação da nacionalidade a determinados "cidadãos portugueses" importados, que para começar, nunca deveriam sequer de ter tido acesso à nacionalidade portuguesa!
Quem vem para Portugal cometer crimes deve também ser imediatamente deportado sem demora e sem possibilidade de retorno, assim que terminar o cumprimento da respetiva sentença.
Os partidos do sistema em Portugal, enfiaram-nos a todos num "bróculo" daqueles bem grandes, com as políticas migratórias que colocaram em prática desde os anos 1990. O Chega, obviamente, está a ser catapultado para o poder porque as pessoas estão completamente fartas desta situação e estão a abrir os olhos para a loucura que tomou conta do País. Eu não concordo com André Ventura em muita coisa, principalmente, no que diz respeito às suas posições sobre a guerra na Ucrânia, a NATO, o Irão, Cuba, a Venezuela, a União Europeia e Israel. Porém, no que diz respeito a política migratória, André Ventura tem 200% de razão e só nega isto quem está muito mal informado ou não quer encarar a realidade de frente.
Não admito que haja zonas do meu País, nomeadamente certos bairros, onde eu como cidadão não posso entrar e circular livremente em segurança à hora que eu quiser, porque são "território" de certas etnias ou grupos criminosos. Isto tem de ter um fim e eu não vejo nenhum dos partidos do assim-chamado "arco do poder" a apresentar soluções para isto, o que explica o tremendo sucesso do Chega junto do eleitorado, pois é o único partido no parlamento que realmente toca em muitas questões estruturais que praticamente todos os outros partidos ignoram de propósito.
As forças políticas da esquerda vão ter de mudar muito se quiserem voltar ao poder em Portugal. Talvez se olharem na direção da China e daquilo que o Partido Comunista da China defende e faz em termos de política migratória e securitária - que é muito mais dura do que aquilo que é proposto pelo André Ventura em Portugal - talvez assim já fiquem com uma ideia da longa marcha que têm pela frente...
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