Over the last few weeks, the situation for Ukraine on the frontline has rapidly deteriorated in an unprecedented manner not seen since early 2025.
— AMK Mapping 🇳🇿 (@AMK_Mapping_) August 2, 2026
In the northeastern corner Kharkiv Oblast, Russia has achieved two localised breakthroughs, threatening to encircle more than 360… pic.twitter.com/Bz7cwqcXeH
A Ucrânia e a esmagadora maioria dos media ocidentais, passaram os últimos meses a falar das grandes "vitórias" contra a Rússia. Era drones para aqui e drones para ali, ataques em profundidade, refinarias a arder, falta de combustível em massa na Federação Russa, tudo isto foi apregoado (mais uma vez...) como a "prova" do iminente colapso russo. Claro que o facto de isto ser tudo propaganda criada pelos ucranianos e pela NATO, raramente passa pela cabeça de muitos ocidentais, mas a verdade não tarda a vir ao de cima...
Agora sabe-se que Zelensky está desesperado e está desesperado, porque o Exército Russo está neste momento a apenas 5 km de Slavyansk e Kramatorsk, as últimas duas cidades-fortaleza que restam à Ucrânia no Donbass. Em mais um último acto de manobras diplomáticas inúteis, Zelensky veio agora propor mais um cessar-fogo aos russos, na linha de conflito atual. Moscovo, obviamente, vai rejeitar.
A guerra na Ucrânia vai prosseguir até à derrota total das Forças Armadas da Ucrânia. Isto significa a destruição de todo o aparelho militar que a NATO e a UE construíram na Ucrânia desde 2014 e em consequência, o desmantelamento do regime e do Estado Ucraniano, tal como ele hoje existe. Há uma possibilidade cada vez mais real, de a Ucrânia simplesmente sumir como País e nada restar.
Ando a dizer isto desde 2022 e não me canso de insistir: esta guerra só vai terminar da mesma forma que terminou a Segunda Guerra Mundial para os alemães em 1945, ou seja, com a capitulação total e incondicional da Ucrânia. Posteriormente, se a NATO mesmo assim não entender a mensagem e continuar a tentar ameaçar e desestabilizar a Federação Russa nas suas fronteiras, serão tomadas mais medidas técnico-militares contra outros Estados, na zona do Báltico, na Polónia, Roménia, Moldávia, ou até mesmo possivelmente na Finlândia.
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