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domingo, 16 de agosto de 2026

A Traição de Pedro Sánchez e do PSOE

 
 
Em Ceuta já se registaram pelo menos 15 violações desde que começou a invasão migrante há cerca de duas semanas. Uma das vítimas é uma miúda com apenas 10 anos de idade. Isto são apenas os números oficiais e aquilo que é reportado. É perfeitamente plausível e de crer que o número real seja ainda superior e se falarmos de assédio sexual contra mulheres e raparigas em Ceuta, aí os números poderão já entrar na casa das centenas ou até mais. Terroristas, possivelmente até já com currículo de combate em organizações tipo Estado Islâmico, com certeza que também já devem de ter entrado bem mais do que apenas um... Ceuta, uma cidade que tem pouco mais de 82 mil habitantes e que em tempos já foi uma praça-forte onde voou a bandeira das quinas, está agora entregue a esta insanidade:
 
 
Em apenas pouco mais de duas semanas, os migrantes que invadiram Ceuta, apoiados estratégica e diplomaticamente pelo Reino de Marrocos, o Estado de Israel e os EUA, conseguiram transformar aquilo que era uma das cidades mais tranquilas e seguras do Norte de África, num cenário de terror terceiro-mundista. Por todo o lado acumulam-se lixo e dejectos humanos. As doenças, essas, já se começam a alastrar com o calor e sem controlo. Coisas como a tuberculose, a malária, a impetigo, a cólera, a diarreia infecciosa, entre outras "maravilhas", estão a difundir-se a ponto das autoridades de saúde em Ceuta já terem declarado uma situação de crise em Ceuta. O crime também está a alastrar, com muitos residentes de Ceuta a dizerem que têm medo de sair de casa devido aos assaltos. A irresponsabilidade e incúria de Pedro Sánchez e do Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE), são inteiramente responsáveis por isto:

 
E enquanto tudo isto acontece em Ceuta, Pedro Sánchez está no bem bom na ilha de Lanzarote com a família a gozar férias.  Por toda a Europa, o filme que se repete quando se colocam socialistas no poder é sempre o mesmo. Corrupção, compadrio, escândalos, incompetência a todos os níveis, falta de responsabilidade, incapacidade em tomar decisões e traição à Pátria em toda a linha. Em Portugal foi o que se viu com a "Geringonça" de António Costa (que em qualquer País decente já estaria a esta hora na prisão ao lado do amigo José Sócrates...) e agora em Espanha, estão a ficar plenamente à vista os resultados da "obra" de Pedro Sánchez. 

Se quisessem, as autoridades espanholas, poderiam resolver o problema migrante em Ceuta de forma muito rápida, bastava que fosse dada a ordem para, por exemplo, colocar em acção a Legião Espanhola, que garanto-vos que "limparia" Ceuta em 30 minutos, com a devida devolução dos migrantes ao Reino de Marrocos, a bem ou a mal... Porém, nada disto é feito, porque as elites que estão instaladas no poder em Espanha, tal como em Portugal, estão apostadas em destruir os nossos países e a Europa toda. Esta gente está praticamente toda ao serviço de uma agenda internacionalista, apátrida e globalista, que odeia de forma visceral as Nações e quer à força reduzir a Europa a um vácuo sem alma, liderado a partir de Bruxelas. A "cereja no topo do bolo", é aquela aberração azul com estrelas amarelas, a que chamam de «bandeira da UE» e que simboliza na perfeição o futuro que nos querem impor... 

Entretanto e já agora, alguém vê a esquerda que envia flotilhas para Gaza e bate o peito na rua aos gritos, preocupada com isto?... Onde é que estão agora os "revolucionários de pacotilha" e a esquerda delirante financiada por George Soros?! Pois é, não estão... curto e grosso: esta gente está-se a cagar para o povo real e querem é "tachos" em Bruxelas ou nalguma multinacional e boa vida regada a champanhe e marisco. 

A "receita" que António Costa e a "Geringonça" aplicaram com resultados desastrosos em Portugal, está a ser copiada por Pedro Sánchez em Espanha e os resultados do caos total que isto vai gerar, não tardarão a sentir-se, tanto dentro,  como fora de Espanha... e depois, como é inevitável, virá o ricochete com determinadas forças políticas pouco recomendáveis (e ligadas umbilicamente ao Sionismo Internacional...), a cavalgar este caos e a tomar o poder por toda a Europa.

Depois não digam que ninguém vos avisou... 

segunda-feira, 10 de agosto de 2026

O Reino de Marrocos não tem legitimidade para reclamar soberania sobre Ceuta

  
 

No momento em que escrevo isto, creio que já não restam quaisquer dúvidas sobre a cumplicidade das autoridades marroquinas, na invasão de Ceuta por mais de 80,000 migrantes africanos. 

A verdade é que da parte das autoridades espanholas, não tem também havido uma reação à altura, nem diplomaticamente, nem em termos de defesa real das fronteiras. Os dados mais recentes, parecem indicar uma perda total de controlo da situação, a ponto de ninguém saber sequer exatamente quantos migrantes entraram em Ceuta, quantos ficaram e quantos é que já foram devidamente devolvidos à procedência. Mais uma vez, temos um governo de centro-esquerda no centro das atenções e mais uma vez (para variar...), a bandalhice está instalada... 

Já agora, é de notar que o argumento de alguns radicais de uma certa esquerda, de que «Marrocos tem o direito de tomar Ceuta, porque Ceuta foi roubada a Marrocos», é completamente inválido e resultada da ignorância mais crassa. Quando Ceuta foi conquistada em 1415 por nós portugueses, ainda não existia Marrocos. Ceuta fazia então parte do Império Merínida e a expansão portuguesa no Norte de África, teve objetivos comerciais e religiosos, sim, mas também defensivos, pois os berberes do Norte de África, regularmente levavam a cabo assaltos e ataques de pirataria contra a costa portuguesa, colocando em perigo as populações do litoral e toda a navegação. A rede de fortalezas e meios defensivos que se construíram ao longo da costa algarvia, tiveram até ao século XIX como uma das suas principais funções, combater e derrotar incursões de piratas vindos do Norte de África. Portanto, como se pode constatar, esta história das "invasões migrantes" já não é nova... Aquilo que é novo, isso sim, é a estupidez ignorante de alguns comentadores e ativistas que somam e seguem por aí, a falar do que não sabem nas redes sociais, nos jornais e nas televisões. 

Ademais, do ponto de vista puramente histórico, Ceuta fez parte de Cartago até ser conquistada pelos romanos e posteriormente pelos vândalos. Seguiu-se o domínio bizantino e só em 709 é que a cidade passa realmente para o domínio islâmico, quando é conquistada pelo Califado Omíada. Do acima exposto, creio que fica bem patente como o Reino de Marrocos tem zero legitimidade do ponto de vista histórico e do direito internacional, para reclamar soberania sobre Ceuta e exigir seja o que for do governo espanhol.  

Acrescento ainda que tomar Ceuta em 1415 e expandir no Norte de África, foi a forma que a Coroa Portuguesa encontrou para afastar os exércitos islâmicos da Península Ibérica e juntando o útil ao agradável, pelo caminho ir espalhando a Cruz de Cristo e fazendo comércio. Tal estratégia, em linhas gerais, manteve-se até ao debacle da Batalha de Alcácer-Quibir em 1578, altura em que aí sim, desistimos de vez do Norte de África (passou a ser uma causa perdida...) e passámos a concentrar os nossos esforços na América do Sul, na África Subsariana e no Extremo Oriente. Esta, em essência, foi a nossa forma de ser e estar no Mundo até ao fatídico dia 25 de Abril de 1974, quando para se derrubar um regime autoritário que estava desgastado e apodrecido, colocou-se também de forma totalmente irresponsável e criminosa, fim a um projeto coletivo com cinco séculos de existência, que unia povos espalhados por três continentes diferentes. Hoje, quando tanto se fala de "multiculturalismo", convinha que se tivesse em conta que fomos nós portugueses, que lançámos verdadeiramente a primeira vaga de Globalização no Mundo. 

Mas voltemos a 2026...

Portugal e Espanha, estão hoje confrontados com um claro acto de agressão da parte do Reino de Marrocos, que tem com toda a probabilidade a mão de Israel e dos EUA por detrás. Está na hora de a União Europeia suspender o estatuto de Marrocos como parceiro privilegiado da UE. De forma coordenada, Portugal e Espanha devem também de exigir um pedido de desculpas público ao Reino de Marrocos e o pagamento de todas as despesas associadas aos danos e gastos relacionados com a crise migratória. Se Marrocos recusar estas condições, então nesse caso Portugal e Espanha devem de retaliar renunciando à organização conjunta, com Marrocos, do Mundial de Futebol de 2030. 

No sistema internacional de relações, só é respeitado quem se dá ao respeito e tanto Portugal e Espanha, como a própria Europa, há muito que deixaram de se dar ao respeito... 

quarta-feira, 5 de agosto de 2026

Ceuta

O caos migratório que se tem verificado em Ceuta nos últimos dias, não é fruto do acaso e ao que tudo indica, tem uma certa "mão invisível" por detrás. Vejamos, o senhor muito bem vestido da foto abaixo é o atual Rei de Marrocos, Mohammed VI:
 

 

O Rei Mohammed VI, conhecido também como «o Rei ausente», não é um tirano qualquer, ele é o Rei mais rico de África e alegadamente, será a quinta pessoa mais rica do continente africano. Diz-se que tem o hábito de passar longas temporadas a viver num sumptuoso palácio em Paris, o que explica na perfeição o cognome que o próprio povo marroquino lhe deu. 

Mohammed VI é mais um sátrapa corrupto ao estilo do Terceiro Mundo, que vive a banhar-se no luxo e na opulência. É também um lacaio e protegido dos EUA e de Israel. Trata-se de uma figurinha repugnante. 

Agora vejam isto que Angelo Giuliano publicou no dia 1 de Agosto na sua conta da rede X:

https://x.com/angeloinchina/status/2083643594011791590

Conseguem perceber?... As peças do "puzzle" encaixam todas na perfeição... mais uma vez os migrantes estão a ser usados como uma arma geopolítica pelos anglo-sionistas. Israel tem contas por acertar com o governo de Pedro Sánchez por causa do apoio deste à causa palestiniana e está a usar Marrocos para fazer o trabalho sujo. Abundam na net os videos em que se pode ver as autoridades marroquinas a facilitarem o transporte e a passagem de milhares de homens em direção a Ceuta, o que torna o governo de Marrocos inteiramente cúmplice de tudo o que se está a passar. 

Em simultâneo com o assalto lançado contra Ceuta, de forma concertada começaram também os ataques violentos contra o governo de Pedro Sánchez por parte da direita sionista que temos na UE. Manfred Weber, Georgia Meloni, André Ventura, Alice Wiedel e Jordan Bardella, não tardaram todos a dar início à ofensiva contra o governo espanhol. A forma como estes líderes reagiram de forma muito organizada e bem preparada, só por si demonstra como a mão do Deep State americano e o lobby sionista estão por detrás de toda esta trama. Como não podia deixar de ser, Trump e Israel também se lançaram abertamente no apoio a Marrocos, com os EUA a darem vários sinais públicos e bem explícitos de que apoiam a tomada de Ceuta e de Mellila por parte de Marrocos. 

Algo está a ser preparado nos corredores do poder em Washington e Telavive. Tudo leva a crer que o Império Anglo-Sionista quer controlar por completo o Estreito de Gibraltar, à semelhança do que o Irão está a fazer no Estreito de Ormuz. Esta poderá, eventualmente, ser uma das formas de retaliar contra a Rússia e a China, pelo apoio que estes países têm fornecido ao Irão na sua guerra contra o Império Anglo-Sionista.

Acrescento que o governo espanhol (e Portugal se também vier a ser caso disso...) deve de tomar imediatamente medidas adequadas para travar e reverter esta invasão migrante, nomeadamente, começando por fechar as fronteiras de forma séria com o apoio do Exército e deportando todos os migrantes e ilegais de forma exemplar. De seguida, é apresentar ao Rei de Marrocos a fatura pelas despesas em cuidados de saúde, alimentação e repatriamento.