Um certo "Zé Oliveira Vidal", escreveu um comentário interessante no blogue Estátua de Sal, que merece divulgação e análise atenta. Não concordo com tudo, principalmente, com o ataque desnecessário e ainda precoce contra a AFD e o antiamericanismo primário do autor, que até a coca-cola quer banir. Também não concordo que se deva criar uma nova arquitectura de segurança internacional na Europa, que integre a Rússia, em exclusão dos EUA. Tal cenário, a concretizar-se, seria um erro em toda a linha, que só iria posteriormente criar mais problemas no longo prazo. Uma nova arquitectura de segurança, a ser desenhada, deve incluir sempre os EUA, a Rússia e a Europa. A NATO pode continuar a existir, integrando a Rússia que até já pediu para aderir à mesma no ano 2000. A NATO como organização colectiva de segurança, é neutra e é "pau para toda a obra", conforme as conveniências. Quem tem transformado a NATO numa má organização, dedicada ao terrorismo internacional desde a década de 1990, são os governos que controlam a mesma, algo que pode perfeitamente mudar, se os governos em causa forem também alterados.
Todavia e exceptuando o que refiro acima, em linhas gerais, o que "Zé Oliveira Vidal" escreve é basicamente o que tem de ser feito e implementado, se quisermos sair do actual pântano em que estamos todos, portugueses, europeus e americanos, colectivamente atolados, por via de um longo processo de décadas de infiltração, cooptação, chantagem, suborno e corrupção das "nossas" elites às mãos do Império Anglo-Sionista:
«Isto só será travado, pelo menos da nossa parte aqui na Europa, quando:
– a ditadura da UE for desmantelada,
– os países recuperarem soberania monetária em vez da ditadura do Euro,
– as ideologias atlantista e sionista forem comparadas legalmente ao nazismo,
– se puser fim à nossa participação no FMI,
– todos os políticos vassalos/clientes dos EUA/israel forem presos;
A democracia há muito que está completamente morta nos EUA, só não vê isto quem não quer... as eleições mais não são do que um mero teatro para enganar os tolos, em que vocês podem realmente votar, mas não têm poder ou capacidade para mudar seja o que for. Tanto nos EUA, como na UE, o que vemos desde há várias décadas a esta parte, é que os políticos mudam, mas as políticas, em linhas gerais são sempre as mesmas e nada muda no essencial. Tanto faz ser Biden, Obama ou Trump a governar nos EUA. A política externa dos EUA, as "traves-mestras", mantêm-se sempre inalteradas e o Deep State faz o que quer e lhe apetece.
Na UE e em Portugal, passa-se exactamente o mesmo, vocês votam, mas nada muda, nem pode mudar, pois nós estamos reduzidos à mera condição de vassalos do Império Anglo-Sionista e a nossa classe política, da direita à esquerda, está completamente corrompida e comprada. Não interessa se é o PS, PSD, o Chega, o Bloco de Esquerda ou outro partido qualquer a governar, eles vão todos acatar obedientemente as ordens do Império e vão continuar a fazer igual ou pior do que os que lá estavam antes.
Ir a eleições, ou tentar mudar seja o que for através do voto, é em grande parte uma pura perda de tempo e esforço. Isto porque o "sistema" está todo "blindado" para impedir qualquer mudança real e efectiva do status quo, que possa colocar em causa os interesses da elite anglo-sionista/globalista, sendo que há várias barreiras de segurança, que foram ardilosamente criadas pelo "sistema" dito "democrático" que vigora nas nossas sociedades, de forma a garantir a perpetuação das actuais elites anglo-sionistas no poder.
A primeira barreira de segurança desta "blindagem" criada pelo "sistema", são os media e as redes sociais, que difamam e atacam logo de forma visceral, qualquer cidadão ou grupo que surja, que possa minimamente representar uma ameaça. Este é o tal "cordão sanitário" de que por vezes se fala nos media. Como podem ver, eles já nem escondem os métodos sujos que utilizam e admitem abertamente, que fazem uso de "cordões sanitários" para isolar e em última análise, destruir qualquer oposição real ao "sistema".
A segunda barreira de segurança do "sistema" é o suborno e a chantagem. O próprio Coronel Lawrence Wilkerson, deu recentemente uma entrevista em que o mesmo explicou como os EUA, em parceria com os israelitas e os britânicos, compraram tudo o que é estratégico na UE. Políticos, directores de redacções, deputados, líderes sindicais, generais, oficiais, comentadores de televisão, está basicamente tudo comprado e cooptado em linhas gerais. Este é o motivo pelo qual vocês quando acedem aos media do "sistema", são automaticamente bombardeados com uma "narrativa" pré-feita, que nunca muda. Todos os jornais, televisões, websites e redes sociais ao serviço do "sistema" repetem a mesma "narrativa", com a mesma linguagem e o mesmo tom. Isto é lavagem cerebral em massa e muito agressiva, que tem forte impacto principalmente junto das pessoas menos bem preparadas intelectualmente e menos informadas, que caiem nesta "banha da cobra" pseudo-informativa. Foi assim que se conseguiu criar o consenso nas sociedades da UE, para lançar a guerra contra a Rússia, provocando a intervenção desta na Ucrânia em 2022. Idem para a invasão do Iraque em 2003, o ataque da NATO contra a Líbia em 2011 e a agressão contra a Sérvia nos anos 1990. As "narrativas" fabricadas e disseminadas pelos media ao serviço do "sistema", estiveram por detrás de todos estes conflitos, de forma a manipular as opiniões públicas desde o primeiro dia. A lavagem cerebral e a propaganda, são uma constante e um pilar essencial do poder do Império Anglo-Sionista. A própria "democracia" que hoje temos, é também ela mantida e sustentada por estas mentiras dos media, que criam a ilusão nas pessoas, de que estas podem realmente mudar alguma coisa através do voto. Esta, no fundo, é a "pedra angular" de toda a fraude do "sistema", ou seja, é preciso convencer os cidadãos de que eles realmente têm poder através do voto e da dita "participação democrática", quando na verdade, os cidadãos nada decidem e não têm qualquer poder de influência nas grandes decisões e na verdadeira estrutura de poder do "sistema". Aquilo que o "sistema" mais teme e esta é realmente uma tremenda ameaça ao poder do Império, é que as pessoas um dia acordem e percebam a gigantesca mentira em que andam colectivamernte a viver. Se o cidadão comum percebe isto, o "sistema" estará condenado...
A terceira barreira de segurança do "sistema", é o sector jurídico-financeiro e económico. No caso de algum partido ou opositor conseguir "furar" as duas primeiras barreiras de segurança, dá-se então início à guerra económica e financeira total, com tentativas de arresto de bens, congelamento de activos bancários, acusações de corrupção e processos em tribunal, que visam provocar o máximo de danos ao adversário. O que fizeram ao fundador da Wikileaks, Julian Assange, é um bom exemplo disto. Apesar de ele nunca ter sido candidato a nada, Julian Assange e a sua organização tornaram-se uma ameaça bem grande ao "sistema", com os segredos do Deep State que foram divulgados, nomeadamente, emails que provam como a Al-Qaeda e o Estado Islâmico receberam armas e foram apoiados pelos EUA, Israel e a União Europeia na Síria. O resultado de todas estas verdades duras, divulgadas pela Wikileaks e que demonstram bem a fraude que são as "democracias" ocidentais nos EUA e na UE, foi a perseguição judicial contra Julian Assange durante anos a fio, movida pelas forças e os vários "tentáculos" infiltrados do Império Anglo-Sionista. Julian Assange só não morreu ou acabou preso para o resto da vida numa prisão de alta segurança nos EUA, por milagre. Nunca se esqueçam que aquilo que fizeram a este homem, pode acontecer a qualquer um de nós que "fale" demasiado e exponha a verdade que as elites querem esconder...
A quarta e última grande barreira de segurança do "sistema", são os golpes de Estado, as "revoluções coloridas", o assassinato e a guerra. No caso de algum opositor genuinamente anti-sistema conseguir furar todas as barreiras de segurança anteriores, a estrutura de poder do Império Anglo-Sionista, dá então início a tentativas de golpe de Estado e às famosas "revoluções coloridas" a que já estamos habituados. Tentaram várias vezes fazer isto com Viktor Orbán na Hungria, com Putin na Rússia, com Hugo Chávez e Maduro na Venezuela, com Lukashenko na Bielorrússia e mais recentemente, na República Islâmica do Irão. Por fim, se mesmo assim não conseguirem atingir o seu objectivo de manter o controlo e reduzir uma Nação e uma povo inteiro à submissão, resta-lhes o assassinato e a guerra em toda a linha, como estamos ainda hoje a ver no Irão e na Rússia. O Iraque de Saddam Hussein também proveu deste mesmo "remédio" em 2003, porque se recusou a vergar aos ditames dos anglo-sionistas.
Aquilo com que nós estamos a lidar hoje no Ocidente, é com a mais perversa e tenebrosa cabala que alguma vez tomou conta dos nossos países. Esta gente está completamente fora de controle, julga-se intocável, actua com perfídia e quanto mais a estrutura do Império é sacudida, ameaçada e enfraquecida, por via da tenaz resistência que alguns actores internacionais lhes estão a mover, mais ameaçadora e perigosa se torna a elite anglo-sionista.
Os EUA e Israel, em conjunto com os seus vassalos da NATO e da UE, parecem estar cada vez mais apostados em provocar uma grande guerra com a Rússia na Europa. O cálculo e a equação estratégica que eu creio que os anglo-sionsitas estão a fazer, é a de que é possível arrastarem toda a Europa numa guerra contra a Rússia, sem o envolvimento directo dos EUA e de Israel. A elite anglo-sionista julga que vai ficar em segurança em Washington e Telavive, enquanto Moscovo, Paris, Berlim, Londres, Madrid, Lisboa, Varsóvia, Praga, etc... são arrasadas. Não. Lamento informar, mas não vai ser assim. A Federação Russa já implementou e preparou os planos necessários para arrasar também os EUA e erradicar o Estado de Israel do mapa, se a guerra que os anlgo-sionistas tanto querem, se vier mesmo a concretizar. As elites não irão ficar a salvo e talvez, serão até as primeiras a ser incineradas no Apocalipse nuclear. A Rússia sabe onde estão os seus bunkers, os seus centros de comando, os seus nódulos de comunicação e como opera toda a rede de comando e controlo da NATO. O próprio Ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Sergey Lavrov, avisou recentemente que qualquer ataque da Europa ou da NATO contra a Rússia, resultará numa guerra muito diferente daquilo que todos têm visto até agora na Ucrânia, guerra esta que será muito «curta». O aviso está feito... As elites e os idiotas de serviço que comentam nos jornais e nas televisões, que engulam isto e percebam que estão neste preciso momento, a um passo de serem reduzidos colectivamente a cinzas radioactivas.
A Rússia tem empregue apenas uma pequena parte do seu potencial militar na Ucrânia. Cerca de apenas 10% da capacidade militar total da Rússia, foi até agora usada na Ucrânia, precisamente porque Putin e o Estado-Maior das Forças Armadas da Federação Russa, sabem que a Ucrânia não passa de um mero proxy da NATO, que visa exactamente desgastar a Rússia. É por este motivo que a guerra se arrasta lentamente, principalmente, porque os russos estão a combater com um número mínimo de soldados que nunca vai além dos 150 a 200 mil efectivos, enquanto simultaneamente, combatem de forma a diminuir ao mínimo as baixas em homens e equipamento. Não acreditem na propaganda dos media ocidentais que fala em "ondas de carne" e baixas russas em números enormes. Isso é tudo mentira e desinformação. Nenhum exército no século XXI combate com "ondas de carne" ao estilo da Primeira Guerra Mundial. Só alguém que vive na mais completa ignorância, ou que é vítima de profunda lavagem cerebral, é que pode acreditar que as Forças Armadas da Federação Russa, que estão entre as mais modernas e capazes do Mundo e que contam com um enorme orçamento financeiro, combatem sem botas, colocam chips de máquinas de lavar nos mísseis, fazem assaltos contra trincheiras de picaretas e pás e lançam-se em "ondas de carne" contra os ucranianos entrincheirados. Esta estupidez, tem sido toda repetida exaustivamente nos jornais e media do "sistema" no Ocidente, para vos tentar levar ao engano e para vos manipular no sentido de julgarem que a Rússia é fraca. Isto faz parte do condicionamento psicológico da população. Eles estão a tentar preparar-nos psicologicamente a todos para uma guerra contra a Rússia e uma das formas de o fazer, é precisamente induzindo na população a crença errada de que a Rússia é um inimigo fraco e vulnerável. A psicologia demonstra que quando nós julgamos que um dado adversário é fraco, a hipótese de estarmos dispostos a lutar contra o mesmo, por via da redução do medo, é muito superior. Nada acontece ao acaso no Ocidente e os media e a classe de prostitutas jornalísticas que hoje trabalha na redacções dos jornais e televisões do "sistema", sabem muito bem o que estão a fazer...
Aquilo que a Rússia colocou em curso, de forma mais acelerada a partir de 2022 e em aliança aberta com o Irão, a Coreia do Norte e a China, é o plano final para provocar o colapso e desmantelamento total do Império Anglo-Sionista. O esforço colectivo destes países, gostem deles ou não, está a tentar quebrar o poder e cortar os "tentáculos" do monstro anglo-sionista, de forma "suave", para não provocar um colapso da economia mundial ou uma guerra nuclear que será sempre catastrófica, independentemente do desfecho final. Infelizmente, porém, parece cada vez mais provável a cada dia que passa que isto vai acabar tudo muito mal. A última esperança era que os povos no Ocidente abrissem os olhos para o que se está a passar e mudassem de vez os regimes e as elites reinantes na Europa e nos EUA. Isto ainda pode vir a acontecer, mas é difícil, porque a população está muito "anestesiada" e até mesmo estupidificada com toda a desinformação e propaganda que circula. O "sistema" também jogou por antecipação e criou ao longo dos últimos anos toda uma série de partidos e políticos de oposição controlada por toda a Europa, que visam apenas semear confusão e enganar os eleitorados. A elite anglo-sionista está a fazer tudo o que pode para se manter no poder custe aquilo que custar, e a última grande cartada, foram as migrações em massa para dentro da Europa, que só servem para enfraquecer a coesão social ainda mais e lançar mais confusão. A imigração em massa, é uma arma da elite anglo-sionista, utilizada para levar a que haja mais eleitores a votar nos partidos do "sistema", daí o quererem dar a nacionalidade e o direito de voto a imigrantes com a maior pressa possível. Conheço pessoalmente casos de imigrantes que se queixaram a mim, de ainda não terem sequer a documentação legal para poderem residir e trabalhar e já estarem a receber na caixa do correio informação e papelada para poderem ir votar...
O regime de terror anglo-sionista só vai terminar, portanto, de duas formas:
1 - Através da implementação do programa de purga e "limpeza" em todas as estruturas de poder, que o Zé Oliveira Vidal propôs e que eu reproduzi acima.
2 - Através de uma guerra total entre a NATO e a Rússia, que envolverá quase de certeza armas nucleares.
Vamos ver o que vai acontecer, mas pelo sim, pelo não, mantenham os vossos carros abastecidos e uma reserva de gás e combustível em casa se puderem. Preparam kits de emergência nas vossas casas, preparem planos de emergência e se vivem em cidades, estejam prontos para evacuar as mesmas da forma mais rápida possível. Uma guerra entre a NATO e a Rússia rapidamente passará a um confronto nuclear e as cidades, principalmente todas as capitais da Europa, serão incineradas de forma muito célere... Mantenham reservas de água potável e comida para vários dias e preparem-se para o pior. Se puderem, abastecem-se também com algum iodeto de potássio, pois ele vai ser necessário para vos proteger da radiação em caso de guerra nuclear. Não quero assustar ninguém, mas a realidade que temos neste momento na Europa é esta. Este é o caminho de loucura total para onde a classe política em que muitos de vocês votaram nos arrastou. Na UE já começaram os "jogos da fome" e isto daqui para a frente, só vai piorar enquanto as actuais elites não forem completamente varridas do poder. Stanislav Krapivnik explica:




