quarta-feira, 30 de setembro de 2026

O PSD/CDS-PP foi a "direita" que a esquerda autorizou no pós-25 de Abril

 
  

A Lobo Media publicou um artigo interessante, que expõe uma das facetas menos conhecidas do pós-25 de Abril, ou seja, como o PSD e também o CDS-PP, foram a "direita" que resultou da ditadura que a esquerda em Portugal tratou logo de tentar implantar, assim que se deu o golpe do 25 de Abril de 1974:

«25 ocasiões em que os fundadores e líderes do PSD rejeitaram que o partido fosse de ‘direita’»

É um facto que Portugal deixou de ter uma direita conservadora, nacionalista e patriótica, no dia 25 de Abril de 1974, quando Marcelo Caetano se rendeu no Quartel do Carmo (uma história que está ainda muito mal contada...).  

A Acção Nacional Popular, que resultou da redenominação e reorganização da União Nacional fundada originalmente por Salazar, foi real e efectivamente, o último partido genuinamente nacional e da direita conservadora/nacionalista que governou em Portugal, até ser dissolvido no dia 25 de Abril de 1974. 

Repare-se na ironia e na hipocrisia: os golpistas de 74, prometeram a "democracia" em Portugal, todavia, a primeira coisa que fizeram assim que tomaram o poder pela força, foi ilegalizar partidos políticos e começar a perseguir e prender tudo o que era opositor considerado de "direita". O infame Relatório das Sevícias, é bem demonstrativo do que Portugal passou às mãos da extrema-esquerda entre 1974 e 1976, com inúmeros casos documentados de prisões arbitrárias, espancamentos, tortura, raptos, saneamentos, etc... No ano seguinte, em 1977, já cá tínhamos o FMI a intervir em Portugal, pois os "revolucionários" do PREC dos "amanhãs a cantar" e de cravos vermelhos ao peito, não tardaram a estafar o País e rebentaram com a economia nacional. 

E pelo meio, aprovaram a Constituição de 1976, num parlamento que estava sob cerco da esquerda radical, Constituição esta que continua em vigor até hoje, sem nunca ter sido sujeita a qualquer referendo popular. Recordo que, até no regime de Salazar, a Constituição de 1933 tinha sido sujeita a um plebiscito popular... como se faz em grande parte dos países, quando se quer ver aprovado um novo documento ou carta constitucional.

O que aconteceu no pós-25 de Abril é o que, por norma, acontece quando se metem miúdos de vinte e poucos anos de idade e até adolescentes, a fazer "revoluções" e a mandar num País, sem saberem minimamente o que estão a fazer e sem terem quaisquer bases sólidas. Muitos dos "revolucionários" do PREC eram miúdos que falavam de Marx, Engels e de Fascismo e Capitalismo, mas que na realidade não sabiam rigorosamente nada sobre isto. Nunca tinham lido o Das Kapital de Marx, não conheciam as obras dos liberais da Escola de Chicago ou da Escola Austríaca, não percebiam "um corno" daquilo que é realmente o Fascismo, mas chamavam "fascista" a todos os que os contrariavam... a ignorância e a burrice, associada ao chico-espertismo tipicamente português, é o que depois dá em episódios lamentáveis, como aqueles a que o País inteiro assistiu durante o PREC. Neste caso, o saldo foi catastrófico: Portugal acabou economicamente arrasado, foi neutralizado como potência mundial, perdeu praticamente toda a sua capacidade de projecção de poder em termos estratégicos e geopolíticos, viu-se amputado dos seus territórios em África, sem qualquer consulta popular e com um custo humano de mais de um milhão de mortos e feridos, que resultaram da dita "descolonização exemplar". A esquerda, realmente, está "de parabéns" por esta obra... daqui por 50 ou 100 anos, logo veremos o que os livros de história vão dizer sobre a "malta" da "revolução" de 74 e aquilo que fizeram a Portugal... 

Uma coisa parece-me certa, é que mais de meio século após o fim do governo de Marcelo Caetano, continua a não existir em Portugal nenhum partido genuinamente patriótico, identitário e nacionalista. O Chega de André Ventura, é um partido liberal-conservador, pró-sionista, pró-europeísta e pró-atlantista. Nem Marcelo Caetano, nem Salazar, nem os integralistas lusitanos e muito menos os nacionais-sindicalistas de Rolão Preto, alguma vez dariam aprovação a um partido com a linha político-ideológica do Chega. 

Todavia, é saudável para a Nação haver diferenças de opiniões e debate, sendo que neste sentido, o Chega tem sido útil, pois veio quebrar o monopólio político da esquerda em Portugal. Estou cansado de viver na "lanterna vermelha" da Europa, minada por ideias do século XIX e com partidos políticos que já cheiram a bolor, sempre com o mesmo discurso "velho e relho" de cravos, cantigas e abriladas falidas em que já muito poucos acreditam. 

O sistema internacional está a entrar num estado de entropia generalizada

 

Não sei quem terá sido a mente brilhante que, com ajuda da IA engendrou o sketch de humor que podem ver acima, mas que está genial, lá isso está... e vai directo ao ponto.

O Trumpismo, que se meteu "na cama" com Netanyahu, confundindo os interesses de Israel, com os interesses dos EUA, está pelas ruas da amargura. Tudo aponta para uma derrota maciça de Trump nas intercalares em Novembro, algo que a acontecer, é inteiramente merecido, pois Donald Trump não cumpriu nada daquilo que prometeu na sua campanha eleitoral.

Trump havia prometido que iria ser o Presidente da paz, que iria "drenar o pântano", acabar com todas as guerras e trazer prosperidade ao povo americano e ao Mundo. Ao invés, ele tem sido o Presidente de Israel e de Netanyahu, enrolado e provavelmente comprometido desde o primeiro dia com o escândalo de Epstein. Trump só tem trazido guerra, destruição, sofrimento e horror ao Mundo. Biden não era propriamente melhor, que não restem aqui quaisquer ilusões. Democratas e republicanos são apenas "duas faces da mesma moeda", do mesmo sistema podre e corrupto que enleia e assombra toda a política americana. O que o antigo membro da administração Reagan, Paul Craig Roberts escreve, é bem elucidativo do ponto de subserviência a Israel e ao lobby sionista, a que os EUA hoje chegaram:

«The Zionist Trump regime is preparing to give 40,000 tons of bombs to Israel in the largest transfer in history. Moreover, the bombs will be given to Netanyahu’s government at the expense of the American taxpayers, courtesy of the US Foreign Military Financing Program whereby Washington gives Israel the money with which to “purchase” the bombs.  In other words, the “purchase” is a transfer of taxpayer or borrowed funds to US armaments corporations for free delivery of an unprecedented tonnage of bombs to the Israelis.

To put 40,000 tons into perspective, according to AI Overview, Operation Meetinghouse, Washington’s firebombing of Tokyo on March 9-10, 1945,  is the most deadly and destructive air raid in history. US B-29s dropped 1,665 tons of bombs on Tokyo, killing 100,000 civilians and leaving one million civilians homeless and 16 square miles of central Tokyo completely destroyed. The fire-bombing of Tokyo caused more immediate fatalities than the atomic bombs Washington dropped on Hiroshima or Nagasaki.  1,165 is 0.04 percent of 40,000.

What is Israel going to do with 40,000 tons of bombs?  The answer seems to be to complete the Gaza genocide and to start a new genocide in Lebanon.  It is Greater Israel on the march funded by us, the American taxpayers.

We are beginning to see and to experience the consequences of integrating the US and Israeli militaries.  I wonder if the integration isn’t an act of high treason by the Zionist Trump regime.»

Os EUA, a sua cultura e a sua maneira peculiar de ser e estar no Mundo, provocaram em tempos a inveja de grande parte da Humanidade. O país que inventou a Coca-Cola, o Jazz, Hollywood, a fast food e o famoso "american way of life", com fartura e grandeza, era visto como um modelo político e social a copiar por grande parte do planeta. Até Nikita Khrushchev, quando visitou os EUA em 1959, onde foi amigavelmente recebido em plena Guerra Fria, não resistiu aos encantos do Imperialismo Americano e por lá experimentou comer pela primeira vez na vida um famoso hot dog, visitou a Disenylândia e alegadamente, terá ficado fascinado com a grandeza do Empire State Building. Eu próprio, apesar de criticar muito a política externa dos EUA - que não é do interesse dos próprios EUA e do povo estado-unidense - sou um admirador da cultura, do cinema e da literatura americanas. Mark Twain é e será sempre um dos meus escritores preferidos de todos os tempos e mesmo sabendo que não é a coisa mais saudável do Mundo, também não passo sem o meu hambúrguer ocasional, de preferência acompanhado por Pepsi ou Dr. Pepper. Pulp Fiction de Quentin Tarantino, a Star Wars de George Lucas e o Jurassic Park de Steven Spielberg, são monumentos cinematográficos incontornáveis. Passei a minha infância nos EUA e lá fiz a escola primária no Estado da Virginia, uma experiência única, que obviamente deixou uma marca muito profunda em mim e que me fez, desde sempre, olhar para as coisas de uma forma diferente do comum europeu. 

Qualquer pessoa que tenha sido criada nos EUA, percebe o que eu quero dizer com isto... o europeu gosta de complicar e de burocratizar, o americano, pelo contrário e regra geral, gosta de simplificar e é prático na abordagem dos problemas. Os europeus gostam de Estado e mais Estado e de intervenção estatal sem limites. O americano não. O americano típico, por natureza, quer o Estado fora da sua vida privada e dá um valor muito maior à liberdade individual e à liberdade de expressão. Por este motivo, é que as tentativas de controlo de pensamento e de policiamento da linguagem que a UE quer implementar na Europa, qual nova URSS, nos EUA são absolutamente impensáveis. Os EUA, por mais defeitos que tenham, ainda são um bastião da Liberdade no Mundo, ao contrário da Europa, que ciclicamente se vê consumida por fanatismos loucos e tendências autoritárias/totalitárias, vindas tanto do campo político da direita, como da esquerda. 

A prosperidade e o bem-estar que os EUA irradiavam no fim da Guerra Fria, parecia não ter fim ou limites e acima de tudo, o seu poder económico e militar, principalmente na década de 1990 e após a vitória na Guerra do Golfo, era tão esmagador, que se tornou inquestionável para muitos que os EUA eram a hiperpotência que liderava a nova ordem unipolar e demo-liberal pós-soviética. O "fim da história", profetizado por Francis Fukuyama, tinha finalmente chegado e todos iríamos ser prósperos, felizes e viver numa eterna e harmoniosa utopia multicultural e demo-liberal. Mal sabíamos nós, a viver nos confortos e na paz promissora dos anos 1990, porém, o que nos esperava...

Samuel P. Huntington, logo em 1993 foi o primeiro a alertar para o que aí vinha com a sua tese do Choque de Civilizações. Huntington, que é verdadeiramente um realista em termos analíticos, à semelhança de John Mearsheimer, previu e com grande razão que a nova ordem relativamente pacífica e demo-liberal, parida directamente da derrota da URSS e do Mundo Comunista no início dos anos 1990, não seria mais do que uma fase passageira e de curta duração. O Mundo não tardaria portanto, na visão de Huntington, a regressar naturalmente ao que sempre foi, ou seja, a um Mundo em que imperam os conflitos provocados por choques culturais e religiosos. 

A identidade cultural e religiosa, o identitarismo e a sua importância e força mobilizadora,  já tinham sido destacadas por Huntington, como sendo factores relevantes para se perceber o comportamento das civilizações e dos povos e consequentemente, entender os inevitáveis "choques de civilizações". A crescente vaga de partidos e movimentos identitários e nacionalistas, que actualmente está a crescer com grande força por toda a Europa, é um reflexo disto mesmo. 

Tanto o Neoliberalismo, como o Marxismo/Socialismo, são ideologias que ignoram a identidade dos povos e a componente religiosa/espiritual das nações. Este é um dos motivos que levou à descredibilização e derrota destas ideologias nas últimas três décadas. Tivemos até, ao longo do último ano, um bom exemplo prático disto com o que se passou na Venezuela e no Irão. No primeiro caso, tivemos um Presidente que foi raptado a meio da noite, sem que houvesse qualquer resistência ou combate real da parte do "Socialismo Bolivariano". Não se viram massas de venezuelanos a sair à rua, prontas a cometer martírio em defesa de Nicolás Maduro. O Socialismo na Venezuela, simplesmente rendeu-se quase sem disparar um tiro. Em poucas horas, todo o legado de Hugo Chávez caiu por terra. No segundo caso, temos uma República Islâmica liderada por aiatolás, que resiste ferozmente de armas na mão, desafiou o Império Anglo-Sionista e derrotou o mesmo no campo de batalha, provando ao Mundo que não aceita humilhações, nem ordens vindas do estrangeiro. 

Aquilo que aconteceu na Venezuela e no Irão, é um excelente exemplo de como quando colocados em confronto directo, tanto o Neoliberalismo, como o Socialismo/Marxismo, que são doutrinas hegelianas, ateias, hedonistas e materialistas, não conseguem vencer a religião, a identidade, o Nacionalismo, a tradição e a fé. O Irão e os seus mártires não derrotaram apenas os EUA no Médio Oriente e no Estreito de Ormuz. Eles derrotaram toda uma ideologia e toda uma concepção dogmática do Mundo, que está agora reduzida a estilhaços.

A Guerra no Irão, a humilhação sofrida pelos EUA, a que se soma a humilhação da NATO às mãos da Rússia na Ucrânia e a consequente crise energética a nível mundial, podem muito bem vir a provocar alterações radicais no sistema político americano. Se estas alterações serão o suficiente para levar à derrota do lobby sionista que infesta o establishment americano e europeu, logo saberemos a seu tempo. Por agora, o que é certo é que o sistema internacional está a entrar num estado de entropia generalizada, que nos coloca a todos num grande risco de guerra nuclear, conforme explica Peter Haenseler no Sonar21:

«All of these individual tectonic shifts lead to what can be described as entropy, a term from thermodynamics. Applied to geopolitics, I describe the situation as a massive, irreversible state of disorder and uncertainty within the various international systems. Existing power structures, rules, institutions, and hierarchies are losing their cohesive power, and a new order that would promise stability is not in sight.

For the collective West, which until recently held the reins firmly in its hands, is unwilling to make compromises so as not to jeopardize its position as a hegemon.

The Global South, taken by surprise by the rapid pace of events, has not yet devised a coherent, unified, and effective policy to wrest power from the West.

It appears that the Global South, under the military dominance of Russia, China, and—most recently, Iran as the fourth major military power—is in the process of adapting to the new circumstances and coordinating its efforts, which will ultimately lead to its victory.

How long this will take, however, and whether the West will use nuclear weapons to maintain its hegemony remains to be seen—though I would like to express my doubts on this point. So far, only Adolf Hitler believed that Germany should go down with him. Let’s hope that cooler heads are in control of the apocalyptic buttons.

Let’s not lose all faith in humanity.»

domingo, 27 de setembro de 2026

Estará no horizonte uma possível coligação entre o Chega e o ADN?


 

O recente e aparentemente bastante "caloroso" encontro, entre o Vice-Presidente da Assembleia da República e ideólogo do Chega, Diogo Pacheco de Amorim e o líder do Alternativa Democrática Nacional (ADN), deixa-me com a forte suspeita de que poderá estar no horizonte a médio/longo prazo, uma potencial coligação entre o Chega e o ADN.

O ADN não conseguiu até agora furar o "cordão sanitário" que o regime dito "democrático" criou em seu torno e entrar na Assembleia da República, mas tem estado perto... é bem possível que nas próximas legislativas, consigam eleger pelo menos um deputado. Nas legislativas de 2025, o ADN teve 81,594 votos, o que corresponde percentualmente a 1,29% do total dos votos. É pouco, mas mesmo assim foi o suficiente para colocar o ADN estrategicamente logo atrás do Pessoas-Animais-Natureza (PAN), que conseguiu eleger um deputado, com uma diferença de apenas 5 mil votos de vantagem sobre o ADN. 

O facto de haver muitos pontos em comum entre o Chega e o ADN, é o principal factor que poderá impulsionar uma possível coligação entre estes dois partidos. Todavia, há questões que me parece que terão de ser resolvidas, se o ADN quiser entrelaçar o seu percurso político com o Chega. A primeira destas grandes questões e que tem sido repetidamente referida pela própria Joana Amaral Dias, que já foi até cabeça de lista pelo ADN às europeias, é a questão da Guerra Russo-Ucraniana e do apoio do Chega à causa de Kiev. 

Gostem ou não dela e do ADN, é um facto que Joana Amaral Dias tem denunciado aberta e repetidamente o «lobby armamentista» e o facto de estarmos hoje reduzidos a vassalos da NATO, ou seja, a interesses que não são os nossos. Vejam por vós:
 
 
O apoio declarado do Chega a Israel e ao Sionismo, é outra questão extremamente problemática e que a mim, pessoalmente, sempre me fez suspeitar de muita coisa sinistra em relação ao partido fundado por André Ventura. O Chega deu-se ao trabalho de colocar no seu programa político de 2021, que é adepto de um «compromisso inequívoco com a defesa da existência do Estado de Israel.» O próprio André Ventura, enquanto o Estado Sionista cometia um genocídio na Palestina, que é reconhecido pelo Mundo inteiro, entregou um «voto de saudação a Israel» no parlamento. Ademais, o Chega foi o único partido da Assembleia da República que nunca pediu um cessar-fogo em Gaza. Perante este cenário dantesco e de apoio total aos crimes contra a Humanidade cometidos pelo Estado Sionista, restam inevitavelmente algumas perguntas bastante incómodas: 

O que ganha o Chega em fazer esta defesa fanática do Estado Sionista?...

Porque é que de todos os países que existem no Mundo, Israel é o único que é citado no Programa Político do Chega? 

O que torna Israel "especial" em relação aos restantes 194 países que existem no Mundo?! 

Porque é que o Chega defende de forma «inequívoca» o Estado de Israel e não afirma o mesmo princípio em relação ao Estado da Palestina? 

São só os judeus sionistas que têm direito a ter um Estado e os palestinianos não? É a este ponto de miséria moral que chegámos?! 

Não sei, portanto, se será possível o ADN realmente vir a concretizar uma potencial coligação com o Chega e se esta se vier a materializar, creio que terá de ser muito cuidadosamente planeada e pensada, caso contrário, o ADN correrá o risco de ser cooptado e em última análise, "comido" pelo Chega e pelo "sistema"... Acredito até, que mais facilmente o Chega se vai aliar ao Partido Social Democrata (PSD) no caso de um hipotético regresso de Passos Coelho à política, do que ao ADN. 

Uma coisa é certa: a política em Portugal está reduzida hoje, à semelhança do Brasil, a um circo grotesco onde imperam interesses obscuros e muita corrupção. As consequências de tudo isto estão à vista na sociedade e são palpáveis na descredibilização e desgaste do sistema democrático e do próprio regime. Os opositores do Estado Novo, costumavam acusar este de "cheirar a mofo" e de estar "bafiento", porém, hoje o regime que temos em Portugal e que foi parido pela extrema-esquerda nos idos de 74-75, está também ele "velho e relho", a ponto de cerca de metade dos eleitores já nem se dar ao trabalho de irem votar quando há eleições, pois já não acreditam em nada, nem em partidos nenhuns. 

A própria Constituição que temos hoje, aprovada originalmente em 1976, com o Parlamento sob cerco da esquerda radical, nunca foi sequer sujeita a qualquer referendo popular, algo que, de resto, já é típico neste regime, sendo que, a própria República e os paladinos da "ética republicana", que gostam de encher a boca com a "democracia", nunca realizaram até hoje qualquer referendo a perguntar ao povo português, se este concorda com a destituição da monarquia que ocorreu em 1910 e a sua substituição, por um modo de governo republicano? Tudo muito "ético" e "democrático", que não restem dúvidas...  

É esta a Lisboa que queremos mostrar ao Mundo?...

 
 

Um grupo de youtubers estrangeiros bem conhecidos, decidiu vir a Portugal e fazer algumas filmagens que expõem a nu, o grave problema que tomou conta da capital portuguesa. Podem ver no video acima, o resultado de uma parte das filmagens, que fala por si. Escuso de explicar, pois creio que basta verem para perceberem o ponto a que estamos a chegar em Portugal...

Isto é a Lisboa que os partidos do "sistema" criaram. Portugal era em tempos conhecido como sendo um destino turístico seguro, tranquilo e com preços relativamente acessíveis, onde as pessoas podiam vir passear em segurança. Éramos um País considerado como sendo "family friendly", algo muito valorizado na Europa Central e do Norte, principalmente para turistas com crianças pequenas. Isso acabou. Agora é tráfico e venda de droga a céu aberto, por todos os lados em Lisboa. Assaltos, roubos, espancamentos, sem-abrigos, sujidade, crime generalizado, enfim... é o rol completo da decadência. Lisboa está completamente descaracterizada e há zonas inteiras da capital, que estão cada vez mais parecidas com aquilo que podemos ver em muitas cidades do Terceiro Mundo. 

Já começam a circular no youtube e nas redes sociais, muitos videos que descrevem Portugal como um País "sujo" e cada vez mais "inseguro". Conheço pessoas que trabalham na área do turismo que também já me contaram, que têm notado nos últimos anos uma crescente preocupação dos turistas em relação à segurança quando se fala de Portugal, sendo que alguns já chegaram mesmo a cancelar viagens, pois sentem que a tranquilidade e serenidade absoluta que procuravam no nosso País e que em tempos existiu, não se verifica mais. Se nada for feito com urgência, este factor, associado à inflação corrente, vai ser fatal para o sector turístico e vai eliminar inúmeros postos de trabalho, aumentando em consequência a taxa de desemprego.

O video acima, já teve mais de um milhão de visualizações no youtube, o que significa que são mais de um milhão de pessoas no nosso planeta, que viram esta pouca vergonha. São, potencialmente, um milhão de pessoas que já não vão ter tanta vontade de visitar o nosso País e vir aqui gastar o seu dinheiro... 
 
Eis mais outro video, este da autoria dos jornalistas da NOW, que mostra bem o gravíssimo problema de que estamos aqui a falar. A podridão social, que é sintomática de um País que está em decomposição acelerada, alastra por todo o lado. Lisboa e a Mouraria são apenas "a ponta do icebergue":
 
 
 

E por fim, deixo-vos aqui com mais esta peça da DJE Media, que mostra bem em pleno, como gangues de "nómadas" operam nas ruas de Lisboa, tentando vender droga real ou falsificada a turistas. Quando confrontados, estes gangues tornam-se agressivos e altamente violentos. Este video, já teve outras 410 mil visualizações no youtube, portanto, são mais 410 mil pessoas na Europa e no Mundo, que têm agora esta imagem da nossa Pátria. Todavia, lá está, o povo votou nisto, o povo gosta disto, por isso é que continuamos a ter governos de PSD e PS em Portugal, que são completamente incompetentes e não resolvem nada. O resultado que todos podem ver e já ninguém pode negar, está plenamente à vista, estamos a tornar-nos um autêntico esgoto a céu aberto, por via da criminosa irresponsabilidade de uma certa classe política, que permitiu isto e continua a fazer de nós todos parvos:

 

 
A pergunta que resta fazer, é se esta é a Lisboa que os portugueses querem mostrar ao resto do Mundo?... É isto que querem?! Se a resposta é negativa, então porque é que continuam a votar nos partidos, tanto de esquerda, como de direita, que nos trouxeram a esta miséria?... Gostam disto?! Gostam de viver assim e de ser humilhados no vosso próprio País?! Não há palavras para o ponto a que isto chegou... sempre fomos um País pobre, mas pelo menos tínhamos segurança e paz, agora até isso nos roubaram... 
 
Fiquem com este excerto de Isabel Conde, que no blogue Consciência Nacional, faz um excelente retrato sintético do estado pré-apocalíptico a que chegámos como Nação:
 
«Portugal já não engana ninguém. A destruição paulatina do país é notória. A (in)acção do governo demonstra, sem qualquer equívoco, que o país obedece e implementa a agenda segundo as instruções da elite globalista/sionista. Perdeu, não só a soberania, como também a identidade nacional e cultural, e mergulhou na mais humilhante vassalagem a todos os execráveis do planeta. E as massas, essas, na sua esmagadora maioria mentalmente mutiladas e reprogramadas, ainda acreditam que governos e partidos são a solução, ainda acreditam que a Rússia é o inimigo, que os muçulmanos são todos terroristas, que a Covid existe e que as injecções letais contra o pretenso vírus são vacinas seguras e eficazes, ainda acredita que buzinões e marchas lentas são formas de luta eficientes.

A cada fechar de olhos à iniquidade, a cada desculpar da perversidade, a cada fortalecimento de dogmas e crenças, a cada acto de acreditar na mentira e descartar a verdade, a cada assentimento e seguimento das narrativas e das propagandas, a cada encolher de ombros perante a perfídia, o crime e a corrupção, mais se consolida o ambiente propício para o desenrolar de um sinistro Armagedão orquestrado.» 

quinta-feira, 24 de setembro de 2026

António C. A. Sousa Lara: «Nós vamos levar na tromba. Vamos pagá-las.»

  
 

É ouvirem o que diz o reconhecido especialista em relações internacionais, o Professor António C. A. Sousa Lara, no video acima. Ouçam bem e se não perceberem, vejam de novo e repitam mais uma vez, se necessário, para perceberem a mensagem que é, no fundo, muito simples: Nós vamos "levar na tromba". Vamos pagá-las, porque andamos a querer matar russos com o nosso armamento que tem sido enviado para a Ucrânia. E a culpa de tudo isto vai ser da classe política, que está ao serviço da escumalha do globalismo, em vez de estarem ao serviço do interesse dos portugueses e do interesse nacional. 

Tudo isto que o professor Sousa Lara refere, fez-me recordar as palavras de um soldado russo que ouvi numa entrevista logo no início da guerra, a proferir duas frases que eu considero bem peremptórias: «A cada século a Europa ataca-nos. Depois eles levam paulada e nós vencemos.» Perceberam?... Aquilo que os doidinhos da UE estão hoje a tentar fazer na Ucrânia, com outra linguagem e disfarçado de "humanitarismo" e "defesa dos valores ocidentais", é exactamente o mesmo que Hitler e Napoleão já tentaram fazer no passado contra a Rússia, com os resultados desastrosos que são bem conhecidos...  

Basta ver-se as consequências que já são bem visíveis e começam a "morder" a sério nas economias europeias. A guerra que decorre no Médio Oriente foi outro desastre, que também contou com o apoio total da NATO. O próprio Secretário-Geral da NATO, Mark Rutte, admitiu recentemente que os governos europeus foram totalmente cúmplices no ataque lançado por Trump contra o Irão em Fevereiro deste ano. Cerca de 5 mil aeronaves militares dos EUA descolaram de bases da NATO na Europa, para dar apoio à Operação Epic Fury. Agora o resultado directo deste imenso crime está a chegar a todos nós... Em França, já começa a escassear o combustível e a "procissão ainda vai no adro":

«A escassez de combustíveis já começou a chegar às estações de serviço europeias. Em França, cerca de 1.500 postos comunicaram ao Governo que estão em situação de rutura de abastecimento, sem gasolina, gasóleo ou ambos enquanto aguardam novas entregas.

[...]

Segundo o elEconomista, a situação agravou-se rapidamente nos últimos dias e os maiores problemas estarão a verificar-se no fornecimento de gasóleo. A procura poderá também ter aumentado temporariamente devido ao receio dos automobilistas de que a crise dos produtos refinados se agrave nas próximas semanas.

Cerca de 15% das aproximadamente 10 mil estações de serviço registadas em França estavam sem um ou ambos os combustíveis a 20 de setembro, de acordo com dados oficiais do Ministério da Economia francês divulgados pela TF1. A meio da semana anterior, a proporção situava-se ainda entre 7% e 9%.

A deterioração acontece numa altura em que os preços também estão sob forte pressão. O gasóleo atingiu recentemente um máximo de 2,39 euros por litro na Europa, segundo dados citados pela Reuters.

[...]

A situação é particularmente delicada para França. A segunda maior economia da Europa produz pouco petróleo e a sua capacidade de refinação é bastante inferior ao consumo diário de gasolina e gasóleo, obrigando o país a importar grande parte dos combustíveis que utiliza.»

A kakistocracia que governa a UE e que em má hora tomou conta dos nossos países e das suas instituições, queria infligir uma derrota estratégica à Rússia. Eles nunca esconderam esta sua intenção e até se gabaram deste facto. O próprio António Costa, que nunca passou de mais um boy do regime, parido nas jotinhas do PS, chegou também a afirmar que era preciso infligir uma "derrota estratégica à Rússia". Obviamente, o monstruoso ignoramus que é António Costa e a clique que o cerca em Bruxelas, não sabem rigorosamente nada sobre a Rússia e é exactamente por isso que nos meteram a todos no actual desastre, em que estamos todos colectivamente mergulhados. Em 2023 já se sabia que era completamente impossível a NATO ou a UE, infligirem a tal "derrota estratégica" à Rússia e agora, volvidos mais três anos, está-se a ver quem é que vai realmente ser derrotado nesta guerra... 

Os europeus que se preparem, pois vêm aí dias muito duros e sombrios... e não se esqueçam que foi nisto que vocês votaram. Todos aqueles que ao longo dos últimos anos meteram o voto no PS, PSD, Chega, Livre, PAN, Iniciativa Liberal, Bloco de Esquerda ou CDS-PP, são directamente responsáveis por isto. Foi isto que vocês pediram com o vosso voto nos partidos do "sistema", que estão inteiramente alinhados com a política de Washington e da elite globalista. Está aqui o resultado directo da vossa guerra estúpida contra a Rússia, a guerra que a classe política que vocês apoiam, tudo fez para provocar através dos sucessivos alargamentos da NATO, sem a mínima responsabilidade ou peso na consciência. O Moon of Alabama dá-vos um "cheirinho" do que está para vir: 

«A Most Severe Diesel Crunch Will Soon Hit Europe»

quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Quem é realmente Vladimir Putin?


Na semana em que Putin e o Rússia Unida, voltaram a vencer as eleições na Rússia, com 57,54% dos votos, constato sem surpresas, que no que se diz e escreve por aí sobre o Presidente russo, poucos são aqueles que realmente compreendem o que é Putin e o Putinismo. 

A primeira coisa que é preciso perceber sobre Putin, é que ele não é um comunista, mas pensa como um soviético. Entendem?... Passo a explicar melhor: a forma de fazer política, de pensar e de "manobrar" de Putin, toda a sua estrutura e arquétipo mental, são tipicamente soviéticas, todavia, Putin não é de forma alguma um comunista. 

A famosa citação de Putin, proferida num discurso em 2005, em que ele afirmou que a queda da União Soviética «foi a maior catástrofe geopolítica do século XX», muitas vezes é retirada de contexto e incompreendida. Putin não estava a defender o regime comunista soviético quando disse isto, mas sim, estava a fazer referência a todas as guerras, conflitos e problemas que a Europa de Leste e o Russkiy Mir (Mundo Russo) enfrentaram após o fim da URSS. No Ocidente, muitos não têm noção disto, mas quando a URSS se desfez no início dos anos 1990, milhões de russos que viviam na Ucrânia, nos Estados Bálticos, na Geórgia, na Moldávia, no Cazaquistão, etc... viram-se de um dia para o outro desprovidos da sua nacionalidade e da sua Pátria. A estes milhões de russos, deram-lhes passaportes dos novos países que então declararam a sua independência, porém, eles nunca se identificaram verdadeiramente como sendo ucranianos, georgianos, cazaques, lituanos, etc... Isto gerou um tremendo problema geopolítico e configurou, simultaneamente, uma brutal humilhação para a Rússia e todo o Russkiy Mir.

Ademais e não podemos ignorar este facto, o Ocidente passou toda a Guerra Fria a diabolizar a Rússia, porque esta era comunista e estava "a espalhar os seus erros pelo Mundo." Por fim, nos anos 1990, os russos finalmente deixaram de ser comunistas, mas mesmo assim o ataque contra a Rússia não parou e até redobrou de força com a expansão da NATO. Isto foi um erro geopolítico brutal que estamos já todos a pagar "com língua de palmo". Se um dia escreverem um livro sobre quais as dez decisões mais estúpidas e consequentes para o futuro, que foram tomadas no século XX, acredito que a expansão da NATO para a Europa de Leste nos anos 1990, sem ter em conta as preocupações de segurança da Rússia, terá de figurar entre as primeiras três, a par da Operação Barbarossa. 

Putin responsabiliza e com razão, a União Soviética pelo consequente enfraquecimento do Império Russo e a destruição da Rússia histórica. É um facto que a Revolução Bolchevique provocou graves danos na sociedade russa, que ainda hoje afectam profundamente este Estado-Civilização, que é também o maior País do Mundo. Desde a infâmia vergonhosa que foi o cruel assassinato da família imperial russa dos Romanov, às ordens de Lenine, até ao sistema prisional de Gulag, passando pelas violentas purgas de Estaline, que dizimaram muitos bons oficiais das próprias Forças Armadas da URSS, parece ser um facto que a Rússia ainda tem muitas feridas e traumas que vão levar décadas a sarar. As perseguições movidas pelos comunistas contra a Igreja Ortodoxa Russa e a tentativa de apagar esta através de um ateísmo militante, também não são esquecidas. O trauma que existe na memória colectiva do povo russo, é portanto muito forte e isto, por norma, é o que acontece sempre que se agride e se tenta destruir a identidade nacional de todo um povo, como os bolcheviques tentaram fazer, na sua utópica luta em prol da construção do "homem novo" soviético. É exactamente por este motivo que não se deve confundir a URSS, com o Império Russo, nem este último com a Federação Russa. Estas três entidades circunstanciais podem-se sobrepor e interligar até certo ponto, mas são coisas completamente diferentes, do ponto de vista identitário, espiritual e histórico. 

Putin herdou, por conseguinte, todo o caos deixado por Gorbachov e Boris Ieltsin. Quando se tornou Presidente da Federação Russa, aquilo com que Putin se viu a braços de imediato, foi com um País completamente devastado, tomado por oligarcas, com níveis de corrupção assustadores e com níveis de crime, alcoolismo e toxicodependência, que estavam completamente fora de controlo. A Guerra na Chechénia, alimentada desde o início pelo Ocidente, só agravou todo este cenário ainda mais. Aquilo que o analista geopolítico SL Kanthan escreve, dá-nos um bom retrato do estado miserável em que se encontrava o País dos czares nos anos 1990:

«The biggest theft of the century happened in Russia in the 1990s, and the perpetrators were Wall Street shysters who promised miracles of capitalism, but instead dismantled the entire country.

In 1992, the first year of “reforms” introduced by globalists, Russia’s inflation skyrocketed to 2500%. This had a double-whammy effect. One, the price of food and other things went up 25 times. Second, savings of pensioners were wiped out.

[...] 

What comes after the devaluation of the currency? Selling Russian assets to American and European investors at a discount. In the name of privatization, Russia was put up for fire sale. Everything you can imagine — oil & gas fields, gold & diamond mines, airlines, media, factories etc. — was sold at an infinitesimal fraction of its fair price. A handful of Russians — future oligarchs carefully selected by the US — ended up with assets worth hundreds of billions of dollars. In exchange, each Russian got a “share” worth $7. The US taxpayers even subsidized this disgusting racket. It was sheer economic terrorism.

The Mafia in charge of this biggest robbery of the century were known as the Harvard Boys — Larry Summers, Jeffrey Sachs, Robert Rubin and others. To make the long story short, Russia experienced the Great Depression for the next eight years. Hyperinflation, 40% drop in GDP, mass unemployment, widespread poverty, soaring suicides… the reforms turned out to be a satanic shock therapy.

Meanwhile, pro-West oligarchs and traitors such as Mikhail Friedman, Vladimir Gusinsky, Mikhail Khodorkovsky, Boris Berezovsky and Roman Abramovich practically became instant billionaires. Americans like Bill Browder — the anti-Putin warrior behind the Magnitsky Act — also enjoyed the spoils of the plunder.

Under this Western heist, thousands of Russian factories were simply shut down. Even Russia’s production of wheat, oil, and gas fell by half, compared to the Soviet era.

To solve this fake economic crisis, America’s vulture capitalists prescribed more illogical and cruel advice: slash government spending, layoff more workers, and raise taxes. This neoliberal “solution” predictably led to only more misery for most Russians.

In the 1990s, many Russian workers often didn’t get paid for months. There were 2 million Russian children who essentially became orphans; suicide rates among men skyrocketed; and the life expectancy of men fell to 58. Between 1991 and 1999, Russia’s population decreased by 8 million.

In 1998, Russia defaulted on its debt to the IMF and Western financiers. Bank interest rates hit 120%, and the stock market collapsed. (The default itself was bogus because the amount was only about $40 billion, which is nothing compared to the trillions of dollars of natural resources that Russia has). Then to “protect” the value of Ruble, Wall Street forced Russia to sell off all its foreign exchange and gold reserves. When all the reserves were gone… the Ruble still fell 80%.

The Russian military was in shambles and was badly losing wars to Islamic terrorists in Chechnya and Dagestan. Oh, these terrorists were the same Mujahideen from Afghanistan and were still armed by the US.

To add insult to the injury, in 1999, the West bombed Serbia — Russia’s staunch ally — and also gave NATO membership to Poland, Hungary and Czech Republic, threatening Russia’s national security.

Who was the clueless leader during those fateful years? Boris Yeltsin, who was surrounded by traitors with allegiance to Washington DC and Wall Street. As Bill Clinton bragged to Tony Blair, he also had tremendous influence over the Russian parliament. And when Boris Yeltsin was about to lose in the 1996 election, Bill Clinton arranged an IMF loan that went into Yeltsin’s campaign coffer; and U.S. campaign experts flew into Russia and engineered a resounding victory for Yeltsin. The U.S. media gloated about the American meddling in Russian politics with titles, “Yanks to the Rescue!” and “Rescuing Boris.”»

Este era o "estado da arte" em Moscovo, quando Vladimir Vladimirovitch Putin, então com 47 anos de idade, chegou ao Kremlin no dia 31 de Dezembro de 1999, nas vésperas do novo Milénio. Nesta altura, ninguém julgava que Putin fosse sequer sobreviver muito tempo na política e nada, nem ninguém, conseguiu prever o que se iria seguir nas décadas seguintes. Como é que Putin conseguiu então levantar um Estado-Civilização, que estava em 1999 completamente falido, espoliado, humilhado, derrotado e à beira do abismo? É só continuarem a ler SL Kanthan, isto aqui, se tivéssemos juízo em Portugal, poderia ser exemplo e levar-nos a aprender alguma coisa:

«He started by removing corrupt oligarchs and taking control of the country. Putin improved Russia in a holistic, 360-degree way — improving the economy, turbocharging industrial production, bolstering the military, fostering mutually beneficial relations with Europe, cementing strategic partnership with China, re-establishing Russia as a great power, and making Russians proud again. This is why the US hates him so much.

Under Putin, Russian GDP grew whopping tenfold — from $200 billion in 1999 to over $2 trillion by 2013 — when Russia became the 5th largest economy in the world (by PPP GDP). This is why the globalists orchestrated the Maidan Coup in Ukraine in 2014 and then started to wage vicious hybrid wars against Russia.

At the same time, Putin brought down inflation, which was wildly out of control in the 1990s — from 2000% in the early 1990s to 120% in 1998 to 2.4% in 2019. Now, even after the extraordinary US/EU sanctions since 2022, Russia’s economy has kept growing and has surpassed Germany as Europe’s largest economy (in PPP GDP).

While the US debt-to-GDP grew from 56% to 125% between 1999 and 2023, Putin did the opposite: he reduced Russia’s debt from 100% to 15% of GDP. There are now 160 countries in the world that have higher debt-GDP ratios than Russia. This is a phenomenal achievement. 

Remember that Russia had virtually no foreign exchange reserves and very little gold reserves when Putin took office. He replenished the coffer and made the Russian economy quite immune to downturns and attacks from Wall Street shysters. Russia now has the 6th largest foreign exchange reserves as well as the 6th largest gold reserves in the world.

[...]

Under Putin, Russia’s oil production quickly doubled from 1999 to 2015. Russia has also set records in grain production and has become #1 in export of wheat, which again is quite an accomplishment considering where Russia was in 2000 (see chart below from Bloomberg). Putin has also smartly rejected GMO and wants to make Russia the premier exporter of natural and organic food.

When it came to national security and military, Putin did the impossible. He defeated the CIA-armed jihadists in Chechnya and stabilized Russia. Then he quickly rebuilt the Russian military, which soon produced world-class weapons and even surpassed the US in hypersonic missile technology. Russia’s new fighter jets, tanks and missile defense systems are arguably better than the American counterparts. When the US tried to destroy Syria, Putin intervened and destroyed the NATO-funded terrorist groups like ISIS and Al Qaeda. Similarly, in Africa, many countries are aligning with Russia and kicking out American and French militaries.

In Ukraine, of course, the Russian military has been singlehandedly facing the entire might of American and NATO weapons, intelligence, spies and mercenaries. This is simply astounding, given that the collective annual military spending of the West is 20-fold bigger than that of Russia.»

Entretanto, no meio de tudo isto, o que fez Putin em relação ao pesado legado comunista? Putin não o podia obviamente apagar, pois o mesmo faz parte da história da Rússia. Todavia, Putin tem largamente ignorado o passado soviético e a prova disso mesmo, foi a forma como destratou o centenário da Revolução Russa em 2017. Ao contrário daquilo que muitos esperavam, não houve quaisquer eventos públicos, exposições ou comemorações dos 100 anos da Revolução Comunista na Rússia, que tivessem sido patrocinados oficialmente pelo Estado Russo. Putin fez "tábua rasa" do centenário da Revolução Russa e ainda lançou algumas ferozes farpas contra a figura de Lenine, que Putin responsabiliza pelo actual desastre na Ucrânia. Sim, a Revolução Bolchevique foi há muitos anos, mas aquilo que Lenine fez quando desenhou o mapa da URSS, foi um completo crime contra a história da Rússia. 

O Marxismo-Leninismo levou a que territórios que sempre foram historicamente russos, fossem anexados à Rússia e incluídos no novo mapa da Ucrânia criado pelos soviéticos. Foi assim que os ucranianos ficaram com o Donbass e com cidades como Odessa, que foi fundada pela Imperatriz Catarina, a Grande em 1794. Mais tarde, estes erros fatais cometidos por Lenine, aquando do desenho das fronteiras da República Socialista Soviética da Ucrânia, foram agravados ainda mais por Khruschov, que decidiu em 1954 redesenhar de novo as fronteiras da Ucrânia e incluir nestas a Crimeia, uma região que também nunca foi ucraniana e pela qual os russos já tinham pago um pesado preço de sangue, durante a Guerra da Crimeia contra os turcos, franceses e britânicos. 

Portanto, não. Putin não é de forma alguma "um comunista", nem quer "restaurar a URSS" como muitos no ocidente julgam. O que Putin quer, isto sim e acima de tudo, é o regresso da Rússia histórica, da sua identidade e espiritualidade e quer também, que o Ocidente respeite o Russkiy Mir e reconheça a Federação Russa como a natural guardiã do mesmo. 

Talvez a melhor forma de perceberem o Putinismo e a Rússia que temos hoje, é leram o fabuloso texto autobiográfico de Andrei Raevsky (The Saker), que foi publicado em 2017 no Russia Insider. Raevsky é ele próprio oriundo de uma família de "russos brancos", que foi perseguida pelo regime soviético e teve de fugir para o exílio. Odiavam visceralmente o sistema comunista, eram cristãos ortodoxos muito devotos, nunca compactuaram com o regime soviético e estavam até proibidos de entrar na URSS, pois eram considerados «perigosos activistas anti-soviéticos». Apenas após o fim do Comunismo em 1991, é que Andrei Raevsky conseguiu voltar a entrar na Rússia e ele, melhor do que ninguém, explica porque é que passou a apoiar Putin "de alma e coração", depois de tudo aquilo a que assistiu na década de 1990. Se entenderem isto que Andrei Raevsky escreveu e a profundidade subjacente ao texto do mesmo, vão conseguir entender quem é realmente Vladimir Putin e em que consiste, concreta e efectivamente, o Putinismo, a Rússia do século XXI e todo o espírito conservador e ortodoxo, que vive em torno deste fenómeno político-social, único no Mundo:

«The Soviet authorities had long listed me, and my entire family, as dangerous anti-Soviet activists and I, therefore, could not travel to Russia until the fall of Communism in 1991 when I immediately caught the first available flight and got to Moscow while the barricades built against the GKChP coup were still standing.

Truly, by this fateful month of August 1991, I was a perfect anti-Soviet activist and an anti-Communist hardliner. I even took a photo of myself standing next to the collapsed statue of Felix Derzhinsky (the founder of the ChK – the first Soviet Secret police) with my boot pressed on his iron throat. That day I felt that my victory was total. It was also short-lived.

Instead of bringing the long-suffering Russian people freedom, peace, and prosperity, the end of Communism in Russia only brought chaos, poverty, violence, and abject exploitation by the worst class of scum the defunct Soviet system had produced. I was horrified. Unlike so many other anti-Soviet activists who were also Russophobes, I never conflated my people and the regime which oppressed them. So, while I rejoiced at the end of one horror, I was also appalled to see that another one had taken its place.

Even worse, it was undeniable that the West played an active role in every and all forms of anti-Russian activities, from the total protection of Russian mobsters, on to the support of the Wahabi insurgents in Chechnya, and ending with the financing of a propaganda machine which tried to turn the Russian people into mindless consumers to the presence of western “advisors” (yeah, right!) in all the key ministries.

The oligarchs were plundering Russia and causing immeasurable suffering, and the entire West, the so-called “free world” not only did nothing to help but helped all the enemies of Russia with every resource it had. Soon the NATO forces attacked Serbia, a historical ally of Russia, in total violation of the most sacred principles of international law.

East Germany was not only reunified but instantly incorporated into West Germany and NATO pushed as far East as possible. I could not pretend that all this could be explained by some fear of the Soviet military or by a reaction to the Communist theory of world revolution. In truth, it became clear to me that the western elites did not hate the Soviet system or ideology, but that they hated Russian people themselves and the culture and civilization which they had created.

By the time the war against the Serbian nation in Croatia, Bosnia and Kosovo broke out, I was in a unique situation: all day long I could read classified UNPROFOR and military reports about what was taking place in that region and, after work, I could read the counter-factual anti-Serbian propaganda the western corporate Ziomedia was spewing out every day.

I was horrified to see that literally everything the media was saying was a total lie. Then came the false flags, first in Sarajevo, but later also in Kosovo. My illusions about “Free World” and the “West” were crumbling. Fast.

Fate brought me to Russia in 1993 when I saw the carnage of meted out by the “democratic” Eltsin regime against thousands of Russians in Moscow (many more than what the official press reported). I also saw the Red Flags and Stalin portraits around the parliament building. My disgust by then was total. And when the Eltsin regime decided to bring Dudaev’s Chechnia to heel triggering yet another needless bloodbath, that disgust turned into despair. Then came the stolen elections of 1996 and the murder of General Lebed. At that point, I remember thinking “Russia is dead.”

So, when the entourage of Eltsin suddenly appointed an unknown nobody to acting President of Russia, I was rather dubious, to put it mildly. The new guy was not a drunk or an arrogant oligarch, but he looked rather unimpressive. He was also ex-KGB which was interesting: on one hand, the KGB had been my lifelong enemy but on the other hand, I knew that the part of the KGB which dealt with foreign intelligence was staffed by the brightest of the brightest and that they had nothing to do with political repression, Gulags and all the rest of the ugly stuff another Directorate of the KGB (the 5th) was tasked with (that department had been abolished in 1989).

Putin came from the First Main Directorate of the KGB, the “PGU KGB.” Still, my sympathies were more with the (far less political) military intelligence service (GRU) than the very political PGU which, I was quite sure by then, had a thick dossier on my family and me.

Then, two crucial things happened in parallel: both the “Free world” and Putin showed their true faces: the “Free world” as an AngloZionist Empire hell-bent on aggression and oppression, and Vladimir Putin as a real patriot of Russia.

In fact, Putin slowly began looking like a hero to me: very gradually, in small incremental steps first, Putin began to turn Russia around, especially in two crucial matters: he was trying to “re-sovereignize” the country (making it truly sovereign and independent again), and he dared the unthinkable: he openly told the Empire that it was not only wrong, it was illegitimate (just read the transcript of Putin’s amazing 2007 “Munich Speech”).

Putin inspired me to make a dramatic choice: will I stick to my lifelong prejudices or will I let reality prove my lifelong prejudices wrong. The first option was far more comfortable to me, and all my friends would approve. The second one was far trickier, and it would cost me the friendship of many people. But what was the better option for Russia? Could it be that it was the right thing for a “White Russian” to join forces with the ex-KGB officer?

I found the answer here in a photo of Alexander Solzhenitsyn and Vladimir Putin:

If that old-generation anti-Communist hardliner who, unlike me, had spent time in the Gulag, could take Putin’s hand, then so could I!

In fact, the answer was obvious all along: while the “White” and the “Red” principles and ideologies were incompatible and mutually exclusive, there is also no doubt that nowadays true patriots of Russia can be found both in the former “Red” and “White” camps. To put it differently, I don’t think that “Whites” and “Reds” will ever agree on the past, but we can, and must, agree on the future. Besides, the Empire does not care whether we are “Red” or “White” – the Empire wants us all either enslaved or dead.

Putin, in the meantime, is still the only world leader with enough guts to openly tell the Empire how ugly, stupid and irresponsible it is (read his 2015 UN Speech). And when I listen to him I see that he is neither “White” nor “Red.” He is simply Russian.

So, this is how I became a Kremlin troll and a Putin fanboy.

The Saker»

terça-feira, 22 de setembro de 2026

Tudo bons amigos... 😵😭🤯

  
 
...o problema é quando eles se chateiam... não costuma acabar bem...
 
Entretanto, anteontem o Die Linke venceu em Berlim. Em Portugal, os doidinhos do costume, que não percebem "um corno" sobre como é que realmente funciona o Mundo e que vivem num universo paralelo, estão radiantes com a vitória desta esquerda radical, de índole neomarxista e gramsciana, na Alemanha. O facto de esta gente parecer ter sido retirada directamente de um manicómio ou de algum romance de terror lovecraftiano, parece que não os incomoda, vejam por vós o tipo de chalupas que agora vão governar em Berlim:
 

 
Não é possível levar este tipo de gente a sério... esta fantochada tipo Bloco de Esquerda, pura e simplesmente, não é para levar a sério:

 
Alguém da esquerda considera mesmo que são estes "artistas" do Die Linke, que vão conseguir enfrentar e derrotar com sucesso, a superestrutura do modo de produção capitalista na Alemanha?... Deixem-me rir... Até os russos estão a gozar com estes palhaços:

«One is left wondering if there are any normal people left in Germany. Of course, there are, but the country is effectively over. The so called German Left is nothing more than a sloganeering machine for duping brainwashed Germans into finishing off their country through suicidal gender politics and spreading of perversion and deviancy as one of the main pillars of modern German life.» 

De resto, isto que se passou anteontem em Berlim, é em grande medida um espelho político do Ocidente contemporâneo. Em outros tempos, as pessoas quando queriam ir a um circo de horrores, tinham de pagar para isso, agora e ao invés, basta ligar a televisão ou abrir um jornal online, para sermos bombardeados com todo o tipo de aberrações, que revelam bem ao Mundo inteiro, o avançado estado de decomposição civilizacional em que tanto os EUA, como a UE, se deixaram cair. Que isto não vai acabar bem, porque não pode acabar bem, para mim já não é surpresa nenhuma...
 

sábado, 19 de setembro de 2026

O último socialista com juízo na Europa...

  
 

Robert Fico, arrisco dizer, será talvez o último líder socialista com juízo que resta na Europa. As suas posições realistas e pragmáticas no que a geopolítica dizem respeito, fundamentadas num pensamento que revela claramente bastante maturidade, reflexão, responsabilidade e conhecimento dos factos passados e presentes, levaram-no a ser comummente descrito pela imprensa como sendo um líder "pró-russo" infiltrado no seio da Europa. Esta é, de resto, a triste sina de todas as almas caridosas que hoje falam em prol da paz na Europa e que defendem o caminho da cooperação e não o do belicismo suicida em relação a Moscovo. 

O actual Primeiro-Ministro da Eslováquia, que em tempos já foi comunista, sendo que até foi militante do extinto Partido Comunista da Checoslováquia, é desprezado por grande parte dos seus pares socialistas na Europa. Este desprezo chegou ao ponto de em 2023, António Costa, então líder do Partido Socialista em Portugal, ter escrito uma carta ao presidente do Partido Socialista Europeu, a pedir a expulsão de Robert Fico do grupo. O motivo para isto não foi apenas o facto de Robert Fico querer ter boas relações com a Rússia de Putin, mas também, o facto de Robert Fico ter feito um governo de coligação que inclui um partido de extrema-direita, o Partido Nacional Eslovaco, que é assumidamente russófilo, ultranacionalista, cristão e conservador. 

Robert Fico, tem colocado em prática na Eslováquia aquilo que eu próprio há muito penso sobre a actual situação em que estamos colocados na Europa. Isto é, não há outra solução para se poder derrotar o "sistema" e a elite globalista/anglo-sionista, a não ser através da união de todas as forças genuinamente anti-sistema que existem na Europa, sejam elas de direita, esquerda, extrema-direita, extrema-esquerda, terceira posição ou até mesmo anarquistas. Fico percebeu isto e foi por isso que não hesitou em fazer aquilo que para muita gente da esquerda é considerada a heresia suprema, ou seja, aliou-se à extrema-direita ou ultradireita, de forma a garantir a viabilidade do seu mandato, a estabilidade do País e acima de tudo, a defesa dos melhores interesses da Eslováquia e do seu povo. 

Pode Portugal aprender alguma coisa com o exemplo eslovaco? Tenho sérias dúvidas... o quadro político nacional está hoje dividido entre uma esquerda chalupa, delirante, dogmática e utópica, que nem sabe para onde está a rumar e uma nova direita, capitaneada pelo Chega de André Ventura, completamente submisso aos interesses e à agenda do Império Anglo-Sionista. O que temos actualmente em Portugal, do ponto de vista político, "não tem ponta por onde se lhe pegue" e como já é hábito e costume, é o povo português que vai, inevitavelmente, continuar a pagar a factura e a ser "comido de cebolada" por demagogos...

sexta-feira, 18 de setembro de 2026

A disforia de género é um problema de saúde pública

 
 

O que podemos ver no video acima, é um excelente exemplo dos graves problemas de saúde mental que estão a ser alimentados e agravados, por parte da indústria/lobby LGBT. Há médicos e clínicas que estão a fazer muito dinheiro com esta coisa das ditas "mudanças de sexo", que mais não são do que um perverso negócio que visa obter lucros milionários à custa do sofrimento e das perturbações psicológicas de outros seres humanos. 

A indústria farmacêutica também está a lucrar milhões atrás de milhões com tudo isto, sendo que a Pfizer, a Bayer e a Abbvie Pharmaceuticals, são algumas das maiores e mais conhecidas empresas farmacêuticas, que estão hoje a investir fortemente em toda esta "banha da cobra" das mudanças "transgénero": 

«Pfizer, the pharmaceutical powerhouse, is under the spotlight for its collaboration with the GenderCool Project, an organization that fervently champions the stories of transgender kids. This news comes amidst Pfizer's revenue stream from puberty blockers and cross-sex hormone therapies, as reported by the Daily Wire.

GenderCool is celebrated by woke progressives for its advocacy work, successfully getting its young ambassadors featured in prominent media outlets, including The New York Times and The Today Show. They also distribute books to young audiences, aimed at celebrating and normalizing the concept of gender diversity.

Though currently absent from GenderCool's list of sponsors, Pfizer is featured on a document obtained by the Daily Wire, detailing the different sponsorship levels. This arrangement involves an annual financial commitment ranging from $5,000 for copper sponsorship to $35,000 for platinum partners. In return, companies receive several perks, including support for employees with trans and non-binary children and access to GenderCool events.

While the specifics of Pfizer's sponsorship remain unclear, it's interesting to note the company's varied product range used by individuals transitioning to the opposite sex. Their portfolio includes Depo-Estradiol, a feminizing drug; Aldactone and Depo-Provera, used to block male hormones; and Depo-Testosterone and Synarel, used for masculinizing effects and puberty-blocking respectively.

Additionally, Pfizer has sponsored the Human Rights Campaign’s "health equity index," which encourages hospitals to provide gender-affirming care. Pfizer isn't alone in this arena, however; Abbvie Pharmaceuticals and Bayer Pharmaceuticals have also shown support for the GenderCool Project while profiting from drugs used in medical transitions.

[...]» 

Não me parece que os resultados que estão à vista sejam positivos. As taxas de pensamentos suicidas e tentativas de suicídio por parte da população transgénero são assustadoras. "Mudar de sexo" ou "género" não está a resolver o problema de disforia de género de que estas pessoas sofrem, mas sim, está a agravar o problema ainda mais, com resultados para o corpo e a mente que são irreversíveis. No caso das crianças e adolescentes, o perigo de as sujeitar a terapias com drogas ou cirurgias de "mudança de sexo", é brutal. Uma criança ou um adolescente que nem sequer pode ainda conduzir um carro ou votar em eleições, não tem maturidade ou noção para tomar decisões que a vão impactar para o resto da vida, com consequências que no limite, podem ser fatais. 

As pessoas que sofrem de disforia de género precisam de ajuda psiquiátrica e psicológica de qualidade. Isto é um problema de saúde pública e o Estado tem obrigação de ajudar estas pessoas. Antes de mais, a primeira coisa que deve ser feita é proibir mais mutilações e "tratamentos hormonais" por parte de médicos e clínicas de "mudança de sexo", que estão a lucrar com o sofrimento destas pessoas. 

Do ponto de vista biológico e científico não é possível mudar de sexo. Quem vos disser o contrário disto está a mentir. Ponto. Aquilo que as clínicas e os médicos dedicados às "mudanças de sexo" andam a fazer, é a disseminar uma fraude pseudo-científica e a mutilar seres humanos com químicos e cirurgias, para o resto da vida. A título de exemplo, como é possível permitir-se que uma rapariga jovem e fértil, possa mandar amputar os próprios seios só porque "sente que é um rapaz"? Ou um adolescente querer amputar os testículos porque "sente que é uma mulher"?! Estas coisas, há várias décadas eram diagnosticadas pela medicina como sendo disforia de género e eram tratadas com ajuda psicológica e psiquiátrica. O que aconteceu, foi que entretanto, a indústria médico-farmacêutica descobriu que pode lucrar biliões com o lobby LGBT e transgénero e é precisamente aqui que começa o problema. Não tenho dúvidas, de que uma sociedade que permite isto é uma sociedade profundamente doente, sem moral ou escrúpulos. Os políticos, médicos e empresários da indústria farmacêutica que lucram com isto, deveriam de estar todos na prisão por negligência médica e fraude. 

Já agora, o documentário What is a Woman? de Matt Walsh, deveria também de ser visto por todos, independentemente do que cada um possa pensar sobre este tema. Garanto-vos que não verão nada disto nos canais de televisão controlados pelo "sistema":