sábado, 29 de agosto de 2026

Otanoide globalista neocon

Um certo cidadão, que até já foi embaixador e tem por aí algures um conhecido blogue que eu, por acaso, até sigo, escreveu há dias que lhe chamaram um «otanoide globalista neocon». Esta curiosa e realmente deliciosa síntese linguística, deixou-me intrigado, decidi então pedir ao ChatGPT para me dar a definição de um «otanoide globalista neocon» e foi isto que a inteligência artificial me respondeu:

«“Otanoide globalista neocon” não é um termo político académico ou uma categoria oficial. É uma expressão pejorativa, provavelmente construída a partir de três conceitos:

  • Otanoide — alguém visto como excessivamente alinhado com a OTAN, especialmente com a política externa dos EUA e dos seus aliados.
  • Globalista — termo usado por críticos para descrever pessoas que defendem maior integração internacional, instituições supranacionais e uma ordem internacional liberal. O significado varia bastante conforme quem o utiliza.
  • Neocon — abreviatura de neoconservador (neoconservative), corrente política sobretudo norte-americana que defende uma política externa forte, aumento do poder militar dos EUA e, em algumas versões, intervenção para promover interesses ou valores democráticos no exterior.

Assim, quando alguém chama outra pessoa de “otanoide globalista neocon”, normalmente está a acusá-la de ser fortemente pró-OTAN, favorável à ordem internacional liderada pelos EUA e partidária de uma política externa intervencionista.

Importante: “globalista” e “otanoide” não identificam necessariamente uma ideologia coerente, e “neocon” tem um significado histórico mais específico. Misturar os três termos costuma ser mais uma caracterização polémica do que uma classificação rigorosa.»

Muito bem. Parece que o ChatGPT até nem é mau de todo. De seguida, ainda mais curioso, decidi pedir ao ChatGPT para me criar uma imagem representativa de um tal «otanoide globalista neocon» e foi com isto que a inteligência artificial me presenteou:
 

 
Como diria Salazar, «em política, o que parece, é...» 

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