Iran controls the Strait of Hormuz.
— Seyed Mohammad Marandi (@s_m_marandi) September 5, 2026
Trump and the Zionists are messing with the wrong country. pic.twitter.com/ASfMZ2TmjY
Ontem de manhã, os EUA, inflamados de arrogância e julgando que ainda são uma potência que pode agir com total impunidade, no concerto das nações, decidiram atacar três petroleiros que pertenciam ao Irão. A resposta não se fez esperar e horas depois, os persas atacaram três navios ligados aos interesses ianques e três petroleiros, que pertencem a países aliados dos EUA:
Trump e os sionistas que controlam a sua administração, vão aprender, a bem ou a mal (provavelmente será a mal...), que a grande potência regional no Médio Oriente hoje, é de facto, a República Islâmica do Irão e é esta, que tem o poder para decidir quem é que pode transitar ou não, no Estreito de Ormuz. Independentemente daquilo que o direito internacional diz e estipula, em termos de liberdade de navegação nos mares e direitos de navegação, a geopolítica e a realidade normativa dos factos, são quem verdadeiramente manda e dita a realpolitik no sistema internacional. No caso do Estreio de Ormuz e tendo em conta as actuais capacidades militares do Irão, que são bastante robustas, o que fica claro é que naquela região do Mundo, quem manda são os persas. Ponto final.
O Irão, hoje, é a potência hegemónica no Médio Oriente e tem capacidade que lhe chega e sobra, para fazer impor a sua vontade a nível regional. Não há nada que os EUA ou Israel possam fazer para alterar esta equação estratégica.
O Mundo inteiro, infelizmente, vai pagar pela política agressiva de Donald Trump e de Israel em relação ao Irão. O aumento do preço dos combustíveis, a falta de gasóleo no mercado internacional e o consequente encarecimento acentuado do custo de vida, só vão piorar. O Irão nunca irá recuar, nem pode recuar, por uma questão de sobrevivência nacional. Esta situação só poderá ser resolvida quando os EUA decidirem cumprir as exigências que o Irão colocou em cima da mesa e isto implica fazer cedências, entre as quais se incluem o reconhecimento do controlo e da soberania do Irão sobre o Estreito de Ormuz, a retirada total das Forças Armadas dos EUA da região do Médio Oriente, o levantamento de todas as sanções contra Teerão e o fim da guerra em definitivo, no Líbano e na Palestina. Há quem diga que os EUA nunca irão ceder a estas exigências, entre muitas outras da parte do Irão. Vamos ver... a administração Trump pode dizer o que quiser, todavia, os números falam por si e nem a economia americana, nem as economias europeias, vão conseguir sobreviver durante muito tempo, a uma escassez extrema de diesel e jet fuel no mercado internacional. A situação presente é muito mais crítica do que aquilo que muitos julgam e há, um risco real e efectivo, de um colapso económico mundial e de uma grande depressão.
Sem petróleo, não há indústria química e fertilizantes e isto significa, num Planeta com mais de 8 biliões de pessoas, futura escassez alimentar que pode, certamente, gerar mais conflitos, vagas de migrantes e luta desesperada por recursos.
Posso estar enganado, mas "cheira-me" que Trump vai ser completamente humilhado nas eleições intercales de Novembro e se este cenário se vier a concretizar, é mais do que merecido. A administração Trump, transformou-se na encarnação da podridão tóxica e decadência periclitante, a que chegou o Império Anglo-Sionista e o Ocidente colectivo.
https://x.com/RealPepeEscobar/status/2095535975569006794
ResponderEliminarhttps://x.com/RealPepeEscobar/status/2095535975569006794
ResponderEliminarIran’s intelligence apparatus: sword and shield of the Revolution:
ResponderEliminarhttps://geopoliticsprime.substack.com/p/irans-intelligence-apparatus-sword
Ninguém está preparado para o que aí vem!
ResponderEliminarO fim da energia abundante e barata vai perturbar profundamente a nossa sociedade. Escassez, petróleo, dependência energética e efeitos em cascata: estamos realmente preparados para o que aí vem?
A isto acresce o efeito acelerador da guerra, que consome a maioria dos recursos e destrói as infraestruturas industriais.
Não há fim para os conflitos na Ucrânia e no Irão. A agenda é envolver mais países em múltiplas guerras variadas. Um país devastado pela guerra nunca poderá representar uma ameaça para os EUA e para a sua hegemonia. Uma guerra mundial serve de plataforma para redefinir muitas questões, sobretudo as económicas (como demonstra o historial da Primeira e da Segunda Guerra Mundial).
Nada se sustenta se houver escassez de energia. Tudo o que consumimos, sejam grãos de café ou Netflix, envolve uma transformação energética. A falta de energia equivale ao decrescimento. Não estamos necessariamente a falar de petróleo, mas sim de energia, e temos as tecnologias para gerar energia em abundância.
O tsunami de dívidas abissais ligadas a dívidas pessoais (automóveis, imóveis), dívidas de crédito privado, dívidas imobiliárias comerciais, dívidas de títulos do tesouro e, especialmente, a dívida de guerra ucraniana garantida por empréstimos bancários assegurados contra uma hipotética vitória, está a chegar e vai engolir tudo. As pessoas correrão em vão para os ATM, e a reação será terrível. E ainda há o desastre no Golfo Pérsico…
A destruição das refinarias na Rússia causou muito mais danos ao mundo inteiro do que à própria Rússia. Ter pessoas insensatas à frente dos nossos governos teve consequências graves; é preciso ser extremamente estúpido para alimentar este ódio contra os russos, e eles influenciaram uma parte do seu povo com as suas ilusões. Não se esqueçam das bandeirinhas também.
A escassez de gasóleo, querosene e gás persiste e irá impactar severamente as nossas economias, mas, além disso, as colheitas estão a tornar-se catastróficas devido à falta de fertilizantes...
Todos os vegetais são cultivados e transportados com recurso a energia..
Não estamos preparados, por isso temos de deixar as coisas acontecerem e adaptarmo-nos à medida que vão ocorrendo,mas tudo isto é insignificante em comparação com o declínio da produção agrícola, que sem dúvida causará fomes generalizadas…
O próximo ano vai ser muito mau e poderemos ter um défice calórico mundial, ou seja, não haverá alimentos suficientes para manter viva uma grande parte da população mundial.
Acho esta era fascinante, desta crescente aceitação da gestão da vida privada e do dinheiro dos indivíduos... Cada vez mais temos a impressão de que o dinheiro que ganhamos não nos pertence verdadeiramente... Aliás…
Será que alguma coisa nos pertence de verdade? Possuir algo implica a capacidade de o usar e até de abusar dele, não é?
Posso fazer o que quiser com o meu dinheiro, se ele for meu, certo?
O famoso "não possuirás nada, mas serás feliz" está a tornar-se cada vez mais tangível! O que me faz rir é que tudo o que já não nos pertence acabará no bolso de outra pessoa; é impossível de outra forma, mesmo que seja o Estado.
E o que é ainda melhor é que estão interessados nas nossas poupanças; querem transparência absoluta nas nossas transações, estilo de vida, poupanças, etc. Mas quando se trata das suas próprias poupanças, da sua riqueza, dos seus bens, dos seus investimentos... bem, isso está envolto em segredo! Transparência absoluta para a população em geral e opacidade absoluta para as elites... estes famosos valores europeus, suponho.
Trouble in the Pentagon as Leaked Report Paints Iran Conflict as “Unsustainable”:
ResponderEliminarhttps://simplicius76.substack.com/p/trouble-in-the-pentagon-as-leaked