O Chega e a "invasão" da Rádio Universidade de Coimbra
Parece que a "invasão" que alguns militantes do Chega, levaram a cabo nas instalações da Associação Académica de Coimbra (AAC), deu direito a uma abertura de um processo por parte da Entidade Reguladora Para a Comunicação Social (ERC) e a queixa no Ministério Público:
Curto e grosso, a AAC e a Rádio Universidade de Coimbra, neste caso em particular, não têm absolutamente razão nenhuma. A AAC é uma associação estudantil autónoma, distinta da Universidade de Coimbra. O seu financiamento é feito em parte com dinheiros públicos e portanto, como tal, é completamente inadmissível que a assembleia magna da AAC, tenha a ousadia de proibir representantes daquele que é o segundo maior partido político em Portugal, de entrar nas suas instalações. O que está aqui em causa é o princípio da igualdade. A AAC não pode querer receber financiamento público através dos impostos dos portugueses que votam no Chega e simultaneamente, proibir o segundo maior partido político de entrar nas suas instalações, só porque não gosta do Chega. A democracia ou é para todos ou não é para nenhum.
O problema e aquilo que precipitou a acção das deputadas Rita Matias e Madalena Cordeiro em Coimbra, foi o despautério da esquerda política que tomou conta da AAC, que a 25 de Fevereiro deste ano, se arrogou o direito de aprovar em assembleia magna, a proibição por decreto da entrada de representantes do Chega nas instalações da associação e da participação do partido nas suas iniciativas.
Ora, a "coisa" tinha de rebentar e acabou por rebentar mesmo esta semana, no dia 12 de Outubro, quando em mais uma atitude que só demonstra a tendência totalitária da esquerda, em linha com o conceito da "tolerância repressiva" de Herbert Marcuse, a Rádio Universidade de Coimbra convidou vários partidos para estarem presentes num debate em estúdio, porém, no caso do Chega deixaram claro que este só poderia participar por "via digital", devido ao facto de membros do Chega estarem proibidos de entrar fisicamente nas instalações da AAC. Obviamente, escusado será dizer, o Chega não aceitou esta humilhação e bem!
Quem me conhece e acompanha o que vou escrevendo, sabe que eu não me tenho poupado nas críticas ao Chega, principalmente em matéria de política externa. Já deixei bem claro, por várias vezes, que o Chega não me convence e que me incomodam as ligações e o apoio do Chega ao terrorismo internacional, que é patrocinado por Israel, o movimento sionista e a NATO ao redor de todo o Mundo. Posto isto, tenho também de dizer que não vou ficar em silêncio enquanto assisto ao bullying constante contra o Chega e os seus militantes e à tentativa de censurar, perseguir, intimidar e calar aquele que é hoje o segundo maior partido em Portugal.
A rapaziada da esquerda foi longe demais e está na hora de começarem a "abrir a pestana" e perceberem que se estão a tornar completamente irrelevantes na sociedade portuguesa, precisamente devido ao seu comportamento pesporrente, digno apenas de crianças mal educadas e com falta de chá.
A última sondagem da Aximage, coloca até já o Chega em posição de vencedor, se houvessem neste momento eleições legislativas em Portugal e é arrasador para a esquerda: O PS não passaria dos 28%, ficando na melhor das hipóteses em segundo lugar e a esquerda radical toda junta (PCP, BE, Livre), não consegue passar da casa dos 6%. Se juntarem o PAN a este colectivo, poderão chegar aos 8%, mas isto mesmo assim é um resultado absolutamente miserável e merecido, tendo em conta a completa irresponsabilidade e falta de noção, que as forças políticas de esquerda têm demonstrado nos últimos anos.
De resto, podem todos ter a certeza de que o que se passou esta semana em Coimbra só dá mais força ao Chega. A AAC pode fazer a queixa que quiser ao Ministério Público e a ERC pode também abrir os processos que quiser, que isso não vai alterar a realidade dos factos e o facto é que nas próximas legislativas, tudo leva a crer que o Chega vai ter um resultado histórico e a esquerda, com grande probabilidade, vai ser completamente cilindrada nas urnas.
A esquerda neomarxista meteu-se a jeito para isto, tendo-se desde há várias décadas deixado infectar pelas teses da Escola de Frankfurt, que são um completo aborto intelectual contra a Civilização e a decência. O Marxismo Cultural, que teve origem verdadeiramente em Gramsci, mas que se expande intelectualmente e atravessa o Atlântico, com a Escola de Frankfurt, é o grande problema da esquerda contemporânea. O Wokismo, as teorias das dezenas de géneros, o conceito delirante de "pessoas racializadas", a constante auto-flagelação nacional a que a esquerda quer submeter as sociedades ocidentais, com um sentimento de culpa repressivo e eterno, em que o "homem branco" é o culpado por todos os males do Mundo, tudo isto está interligado e tem a sua origem em larga medida na Escola de Frankfurt.
Uma das pessoas que melhor identificou e denunciou o imbróglio em que a esquerda ocidental contemporânea se afundou, foi precisamente o falecido filósofo brasileiro, Olavo de Carvalho, que a 8 de Junho de 2002, publicou este fantástico e muito sábio artigo no jornal O Globo, que versa precisamente sobre as origens e a problemática do Marxismo Cultural:
Partidos presentes nos Estúdios da RUC optam pelo silenciamento em vez do debate de ideias: https://partidochega.pt/index.php/2026/10/12/partidos-presentes-nos-estudios-da-ruc-optam-pelo-silenciamento-em-vez-do-debate-de-ideias/
https://x.com/BrunoARFialho/status/2109731437259751652
ResponderEliminarPartidos presentes nos Estúdios da RUC optam pelo silenciamento em vez do debate de ideias:
ResponderEliminarhttps://partidochega.pt/index.php/2026/10/12/partidos-presentes-nos-estudios-da-ruc-optam-pelo-silenciamento-em-vez-do-debate-de-ideias/
Farto de ouvir Doutores da treta:
ResponderEliminarhttps://www.youtube.com/watch?v=yF6n1mhT-tk