A manipulação das narrativas históricas e o terrorismo social da esquerda wokista
É absolutamente arrasador o texto que João Pedro Marques publicou hoje no Observador, sobre a forma como uma certa esquerda radical wokista, intelectualmente enviesada e desonesta, está a tentar lavar cérebros através da manipulação grosseira da história:
Creio que podemos concluir, daquilo que João Pedro Marques escreveu, que anda por aí uma certa classe de gente tarada e mentalmente perturbada, que odeia o Ocidente e que está politicamente alinhada com a esquerda. Esta gente anda há anos a destilar ódio contra a Europa, o Ocidente, o seu passado e a sua cultura. Claro que a estas criaturas não interessa, o facto de ter sido precisamente o Ocidente e a filosofia de inspiração libertária/liberal, que levou à abolição da escravatura e à emancipação dos escravos. O que interessa, pelo contrário, a esta esquerda wokista é a disseminição da mentira e da história contada à maneira deles, que se resume em síntese a uma narrativa fraudulenta que coloca os europeus como os únicos culpados pela escravatura, criando até a ideia completamente estapafúrdia, de que só os europeus é que tiveram ou fizeram negócio com escravos ao longo da história.
O que a esquerda wokista está a fazer é perigoso. É terrorismo social, que visa apenas atiçar ódios entre brancos e negros e criar um sentimento de culpa generalizado nos europeus, que os torne mais "maleáveis" às técnicas de manipulação de massas, que são empregues pelo Globalismo com o qual a esquerda wokista está completamente alinhada.
O que vale é que as pessoas estão a abrir os olhos e cada vez menos alinham ou acreditam nestas patranhas que, diga-se de passagem, são produzidas em madrassas da esquerda como o Centro de Estudos Sociais (CES) de Coimbra, que é financiado com o dinheiro dos nossos impostos há décadas, para em troca só produzir teorias do esgoto e disseminar pseudo-intelectualidades.
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